sexta-feira, maio 05, 2006

CHARCO DOS GIRINOS

Comentário de Pinto Coelho on 5/04/2006 11:20:06 AM

"Tenho usado com alguma frequência uma analogia para explicar o comportamento em geral dos portugueses (que também sou) e muito especialmente quanto agrupados em associações profissionais, ordens e universidades e afins que dá uma ideia do nosso comportamento colectivo enquanto defensor de um status ou privilégio grupal.

Que designo pelo "charco dos girinos".

Como sabem os girinos são um estádio intermédio da evolução dos batráquios, vulgo "rãs" que vivem em pequenas poças de água. Devido á fragilidade da pele precisam da água, mas por esterem numa fase de transformação, respiram por guelras em atrofiamento e pelos pulmões em formação e por isso não podem sair do charco, pois ficam com a pele danificada, mas também não podem estar totalmente mergulhados, pois precisam de respirar.

Em face do dilema com que se têm de confrontar precisam de estar na água, mas com a cabeça de fora e a melhor forma de o conseguirem é esterem em cima de outro que esteja por debaixo.

E assim como os girinos, os humanos (os portugueses), também não querem sair do seu "charco" pois sentir-se-iam perdidos e inseguros, mas também não podem ficar contidos à hierarquia mais baixa dentro dele. Por isso nada melhor que tentar por-se por cima de quem eles considerem inferior ou que simplesmente dependa do "manda no charco".

Como cada grupo tem o seu "charco" cria-se uma rede de charcos, cada um com o seu grupo de girinos, para que nesse charco pessoal, cada um dos "girinos" se possa por em cima do outro mais distraído, mais incapaz ou simplesmente um novo girino que queira entrar no mesmo charco.

Esclarecimento:

Onde se lê "girino" deve lêr-se "licenciado em arquitectura" ...

Onde se lê "charco" deve lêr-se "ordem dos arquitectos" ou outra qualquer...


Nesse sentido ninguèm quer sair do "charco", mas apenas colocar-se na melhor posição possível dentro dele. E assim os "girinos" do "charco ou pântano" em que a OA se transformou nunca quiseram dar o salto e ajudar a resolver os problemas de um grupo profissional, necessário e útil, que se encontra num beco sem saída por falta de uma definição clara de qual o seu papel e utilidade para a sociedade que lhes pagou a formação.

Se repararem bem a OA não conseguiu disciplinar a profissão, não teve argumentos e força para alterações legislativas sobre o exercício da profissão, impediu o acesso aos novos licenciados e isso nem sequer resultou em vantagens evidentes para os arquitectos já inscritos, continua o sistema de favores e de compadrios no acesso aos projectos, não existem por regra concursos públicos para projecto, os arquitectos que trabalham nas Câmaras são, eles próprios os maiores agentes de corrupção possuindo eles mesmos gabinetes a fazer projectos, que eles mesmos depois vão aprovar, dificultando a aprovação de todos projectos feitos por terceiros....

Assim fica a pergunta!

Afinal qual o papel da Ordem dos Arquitectos?

Pelas recentes declarações proferidas pela bastonária depreende-se que a própria OA não sabe, ou pelo menos tem mostrado não saber, pois muda de discurso a cada dia que passa, mas não actua.

Talvez por acreditar que é como uma insolação "uns dias de sombra e um pouco de gordura" resolvem a questão.

E se a queimadura for do 3º grau? E se a área queimada puser em risco a continuidade da OA? De quem será a responsabilidade?

Será que os responsáveis assentarão o "rabo no mocho"? Vamos ver...!!"

Comments on "CHARCO DOS GIRINOS"

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

O papel da OA é o Papel do estado, ou seja , criar burocracia para depois criar tachos para os amigos.

Merda de País este, isto já precisava de uma revolução outra x.

Parece que os carranhosos estão de volta

 

Anonymous Ziggy said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Pois apesar de já ser membro da ordem, partilho dessa opinião. Gostei da teoria do girino.Parece-me que os arquitectos "abusam" do seu poder, e os estágios só servem para eles poderem ter mão de obra a custo zero. É pena, mas é assim que vejo o nosso mundo do trabalho. Os exploradores e os explorados. E ás vezes é difícil inverter a situação...

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Há poucos dias viu-se nas notícias que se Portugal fosse uma marca, essa estaria em fase de extinção. Acho que o mesmo se está a passar com a O.A.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

noticia no Público:
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1255952&idCanal=58

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Incrivelmente a OA a pesar estar a acelerar a entrada em funcionamento dum novo sistema de acesso a profissão, segue a acreditar cursos de arquitectura.

Tive conhecimento da acreditação do curso da Escola Superior Gallaecia em Vila Nova de Cerveira decidida no dia 19 de Abril de 2006. Pois é, depois da OA informar nos seus diferentes sites, que os cursos de Portimão, de Setúbal e de Cerveira tinham visto homologada pelo Conselho Directivo Nacional o parecer de não acreditação elaborado pelas diferentes comissões de avaliação, ante o recurso interposto pela direcção da escola nortenha ante o Conselho Nacional de Delegados, ao final a Licenciatura da Gallaecia foi acreditada e parece que por decisão unanime por este organismo da Ordem, situação esta que desprestigia ,e de que maneira ,aos membros da comissão de avaliação e aos membros do Conselho Directivo Nacional, que previamente tinham decidido não acreditar este curso.
Pelo que se deduz no blog da directora do curso de Arquitectura de Setúbal ( por certo, uma iniciativa excelente que bem podia se alastrar aos directores de outras instituições ), esta escola também apresentou recurso ante o Conselho Nacional de Delegados, mais para já desconheço qual foi o resultado do mesmo.

Além destas duas escolas podemos consultar nos diferentes sites da OA uma listagem bastante extensa de cursos de Arquitectura que tem iniciado e pago novos processos de acreditação, sejam escolas que tentam serem acreditadas por primeira vez, sejam escolas que tem intenção de ver renovada a acreditação em vigor.

Processos de Acreditação
Curso de Arquitectura do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes
Curso de Arquitectura da FA/UTL
Curso de Arquitectura de Interiores da FA/UTL
Curso de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra
Curso de Arquitectura da Escola Universitária das Artes de Coimbra
Curso de Arquitectura da Escola Superior Artística do Porto
Curso de Arquitectura da Universidade de Évora
Curso de Arquitectura da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Curso de Arquitectura da Universidade Lusíada do Porto



Ante este cenário aqui exposto, e ante o novo Regulamento de Admissão a vigorar em Outubro que acontece com...

...Licenciados de escolas como a Gallaecia e possivelmente Setúbal que tem visto recentemente acreditado o seu curso baixo um regulamento de admissão que garante aos seus licenciados a entrada como membros de pleno direito da Ordem durante o período dum ano, é dizer, teoricamente até 19 de abril de 2007, e que contraria as intenções da cúpula dirigente da Ordem em não criarem regímenes transitórios. É licenciados de escolas cujas acreditações são validas além do mês de outubro deste ano?.

...Os processos de acreditação que estão a decorrer e a que se vão a sujeitar os licenciados oriundos destes cursos. Vamos ter acreditações a vigorar 15 dias? Ou processos a ser cancelados ao meio e o dinheiro pago a retornar as escolas? ( Ou pior a não retornar).


Tem sido muito bom presenciar que o estado vai assumir a sua responsabilidade sobre os processos de reconhecimento e acreditação de títulos.
Mas Excelentíssimos senhores arquitectos/as da direcção da OA, é ilegal o sistema que querem criar e indecente o procedimento que vão eleger. Não ético nem moral nos tempos que correm, este tipo de mecanismos corporativos de controlo da concorrência, e são mais dignos de uma república das bananas que de um estado de direito como Portugal. Não estamos a viver nos anos 80 senhores, já entramos há alguns anos num novo século em que este tipo de comportamentos e atitudes não são validas, e mais tarde ou mais cedo serão obrigados á reconhecer isto.

Não se esqueçam que seremos nós, os dirigentes da Ordem do amanhã (agua mole em pedra dura...), e não duvidem que de que encontraremos a maneira de explicar as futuras gerações a vossa desonestidade e desrespeito com os colegas e a sociedade, e a ignominie da instrumentalização de uma colectivo profissional para o beneficio de uma minoria formada principalmente por medíocres.

Querem fazer algo bom para a Arquitectura Portuguesa? Acabem com as trapalhadas e vão se embora

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Dirigentes da ORDEM. Tenham um mínimo de vergonha do que estão a fazer e DEMITAM-SE!

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

"...impediu o acesso aos novos licenciados e isso nem sequer resultou em vantagens evidentes para os arquitectos já inscritos...", claro que tem vantagens, com a exploração que fazem aos estagiários é óbvio que os que já lá estão não querem alterar nada...VIVA À LIBERDADE!!!

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Este país precisava de mais um 25 DE ABRIL...

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

ESTE PAÍS ESTA É A FICAR CADA VEZ MAIS CORRUPTO, UM 25 DE ABRIL JÁ NÃO RESOLVE NADA PQ AS PRÓPRIAS PESSOAS QUE LUTAVAM PELO 25 DE ABRIL SÃO OS MAIS CORRUPTOS E SÃO ESSES MESMOS QUE AGORAM NOS PREJUDICAM

 

Anonymous Anónimo said ... (sábado, 06 maio, 2006) : 

No dia 18 de Maio vai ser discutido e votado na Assembleia da Republica o 73/73, e no dia 19 de Maio pelas 18h00, na sede da OA irá ter lugar um debate aberto sobre o novo processo de inscrição na Ordem dos Arquitectos. Mais uma vez parecemos que não existimos, não estaria na altura de se voltar a fazer uma manif para não se esquecerem da nossa existência. Até a GALLECIA já foi acreditada (não tenho nada contra) mas parece que os algarvios na fazem parte do mapa, temos de pedir independencia.

 

Anonymous csi: said ... (sábado, 06 maio, 2006) : 

"Até a GALLECIA já foi acreditada (não tenho nada contra) mas parece que os algarvios na fazem parte do mapa, temos de pedir independencia."

A GALLECIA foi acreditada porque conseguiu colocar o curso na directiva, mas agora que as universidades vão para a directiva, a OA coloca todos a fazer exame.

Isto é uma palhaçada, uma vigariçe mal contada e tem como patrocinador oficial o próprio estado, quêm sabe se não é hora de apresentar uma queixa contra o estado por este permitir que sejam cometidas tantas ilegalidades.

Se a OA já tem muitos amigos agora com este sistema de admissão; esperem pelas amizades que esta vai criar no futuro.

Colegas não vamos desistir desta luta, temos de defender os nossos interesses mas também os interesses dos colegas futuros.

Não a exames, não a estágios precários.

Parabens ao colega Pinto Coelho, pelo excelente texto, acho que generaliza completamente o estado lamentável a que este País chegou.

Agora não temos ditadura mas temos helenas salemas rosetas e tribunais que não funcionam para o cidadão comum.

 

Anonymous antónio furtado said ... (sábado, 06 maio, 2006) : 

Então e a APELA, não existe?

Depois das afirmações da Ordem de que estaria de acordo com os exames e todo o sistema a Apela deveria clarificar a sua posição.

Ou é verdade ou é mentira que o projecto do proximo regulamento de admissão se encontra de acordo com as indicações da APELA.

 

Anonymous Anónimo said ... (sábado, 06 maio, 2006) : 

Mas afinal a APELA concorda com um novo regulamento de admissão, com exames?????
É preciso fincar pé! Dizer não a exames e estágios que sófavorecem os actuais membros da ordem...

 

Blogger BiPri said ... (sábado, 06 maio, 2006) : 

Caros colegas,

Antes de mais peço desculpa pelo meu silêncio nos últimos dias. Contudo, a minha situação pessoal e profissional não permitiu a resposta célere que as últimas notícias exigiam (não respondi rapidamente mas acompanhei a saída de todas elas).

Só fui contactado por duas jornalistas, a Srª Bárbara Wong (do Público) e a Srª Ivete Carneiro (do Jornal de Notícias), às quais disse exactamente o mesmo. Contudo, parece que a forma como as minhas palavras foram transcritas deturpou a mensagem que passei.

Esclareça-se: a APELA mostra-se contente pelo facto de se verificar que a proposta de novo sistema de admissão que a OA agora apresenta se aproxima bastante da proposta que nós próprios apresentámos em Fevereiro de 2004. A saber: a homologação das licenciaturas pelo Estado seria o único requisito necessário para que qualquer licenciado se pudesse candidatar à OA; a OA não podia avaliar o ensino superior a não ser para dar um "selo de qualidade" e sempre e apenas a pedido das escolas; todos teriam um sistema de admissão igual; esse sistema baseava-se em estágio profissional para todos (eventualmente com equivalência dada ao estágio académico, situação que ficou por aprofundar) e um momento final de avaliação, que poderia ser várias coisas.

E é precisamente aqui que as jornalistas não souberam transcrever a ideia. Esse momento final de avaliação também ficou por aprofundar, mas foram sugeridas na altura várias hipóteses:

1. Soma dos relatórios de estágio (onde seria dada grande responsabilidade aos arquitectos supervisores, entendendo-se estes como parte da OA e entendendo-se também o seu parecer como suficientemente credível - não se pode desconfiar à partida do arquitecto, uma vez que a OA lhe reconhece competências para praticar os actos próprios da profissão e o cumprimento do código deontológico) com o portfolio e com o conjunto de créditos das acções de formação complementar (deontologia, acompanhamento de obra e direito foram alguns exemplos dados);

2. Isto tudo mais uma entrevista no final;

3. Eventualmente, a criação de uma prova mas para situações ad hoc.

Tudo isto pode ser lido nas propostas da APELA, disponíveis no nosso site (www.apela-pt.com).

Também foi dito às jornalistas que, mantendo a OA a figura da prova de admissão, sempre era melhor este modelo do que o anterior. Disso não temos a mínima dúvida, o que não quer dizer que concordemos com a sua existência.

O que também foi dito às jornalistas é que a APELA distingue muito bem (como sempre distinguiu e já o disse à OA por diversas vezes) o trabalho de elaboração de um sistema de admissão mais simples, claro e justo da comprovação da legalidade de prevalência do mesmo. Ou seja, porque fizémos as nossas propostas não quer dizer que aceitemos que o sistema de admissão esteja em vigor até que seja esclarecida definitiva e inequivocamente a legalidade do mesmo!

Espanta-me que ainda haja colegas que se deixam levar de uma forma tão fácil pelas afirmações da OA ou pelas notícias dos jornais, colocando imediatamente em causa a postura e o trabalho da APELA sem observarem minimamente o passado da mesma.

Meus amigos, e falando agora apenas em meu nome particular: isto não é o meu projecto de vida, não tenho ambições políticas nem tão pouco filiação partidária, tenho uma vida para além da APELA e do sistema de admissão e não preciso da inscrição na OA para nada, nem tão pouco precisarei nos próximos anos. Estou na APELA porque sou sensível aos problemas dos estudantes e licenciados (fui um e hoje sou outro), porque acredito na participação cívica do cidadão e porque gosto de lutar contra injustiças.

Perdoem o desabafo, mas chateia-me que coloquem a minha palavra e o meu trabalho em causa.

Diogo Corredoura

 

Anonymous Anónimo said ... (domingo, 07 maio, 2006) : 

"Contudo, parece que a forma como as minhas palavras foram transcritas deturpou a mensagem que passei." Caro Diogo sei perfeitamente do que falas, pois parece que a comunicação social em vez de nos "ajudar" (falando a verdade), acaba sempre por "ajudar" a OA. Nunca pus em dúvida a tua competência e sei que sempre fizeste tudo para nos ajudar, afinal tens sido um grande lutador e tens a tua vida pessoal e profissional, não é qq um q se dedicaria de corpo e alma a esta batalha.

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 09 maio, 2006) : 

O seguinte parágrafo inicia o texto do Conselho Nacional de Admissão que está publicado do site da OA.

«O NOVO CONTEXTO LEGAL PARA A REVISÃO DO REGULAMENTO DE ADMISSÃO

No preâmbulo do Regulamento de Admissão (RA) está prevista a sua avaliação, em particular a revisão da manutenção, ou não, da desigualdade de direitos e tratamento entre licenciados provenientes de cursos reconhecidos e de cursos acreditados.»

http://www.ordemdosarquitectos.pt/upload/0155-admissão.pdf

Num estado de direito, isto é simplesmente inacreditável. Eu digo num estado de direito, porque na verdade, não estamos. O Estado não passa de uma mera ficção e o direito não passa de palavras vãs, perdidas nos livros, sem aplicação prática.

Estes senhores, passados 5 anos, ainda vão pensar se nos continuam a marterizar, a discriminar, a humilhar...sim, porque depende da sua simples vontade, do seu estado de espírito...pois estão acima de qualquer Lei!

Isto faz lembrar os xerifes do Texas ou os coronéis das fazendas do Brasil.

E mais não digo, porque num país em que se premeia a impunidade, se criam os monstros e este tipo de aberrações, não vale a pena viver nem ter esperança.

 

Anonymous Pinto Coelho said ... (quarta-feira, 10 maio, 2006) : 

Diogo

Prepare-se para continuar a não ser compreendido pela maior parte dos arquitectos que neste momento vêm vedada a sua inscrição na OA.

Estes nossos colegas sabem que existe um problema grave, mas pouco mais têm feito do que se lamuriarem, pois de acções concretas pouco se tem visto.

Há dias atrás fez-se uma sugestão sobre uma acção colectiva, que poderia envolver centenas ou pelo menos dezenas de lesados, mas que eu saiba a ideia caiu em saco roto.

Preparem-se todos para a eventualidade de ficar tudo na mesma...!

Como sabem temos a OA de um lado que fez continua a actuar de forma ilegal e por outro o (des)Governo que também não sei bem o que pensa fazer. Vamos ver como as coisas terminam!?

Pelo teor de alguns comentários até parece que o Diogo e a Apela é que são os "bandidos" é bom que as pessoas pensem um pouco e vejam se se situam em relação ao problema para perceberem de que lado estão os nossos amigos e também os inimigos.

Por mim não tenho dúvidas de que a OA não faz parte dos nossos amigos...!!!

E quanto à Apela e ao Diogo também não tenho dúvidas de que tem feito o possível e o impossível.... e ainda por cima sem o apoio de todos quantos deveriam ser solidários com a causa, tanto nas acções de pressão como do ponto de vista financeiro.

Assim é muito difícil continuar esta causa!

 

Anonymous Pinto Coelho said ... (quarta-feira, 10 maio, 2006) : 

CONFERÊNCIA SOBRE O DIREITO DE INSCRIÇÃO NAS ORDENS PROFISSIONAIS

Vai realizar-se na Universidade Fernando Pessoa uma conferência sobre

"O DIREITO DE INSCRIÇÃO NAS ORDENS PROFISSIONAIS"

A proferir pelo Doutor João Pacheco Amorim autor de uma tese apresentada na Universidade de Coimbra em Dezembro de 2005 "DIREITOS FUNDAMENTAIS E ORDENS PROFISSIONAIS - Em especial, do direito de inscrição nas Ordens".

Dada a relevância e actualidade do tema gostaríamos de ter presentes todos os licenciados a que foram criadas dificuldades de admissão às várias Ordens profissionais, especialmente à Ordem dos Arquitectos e dos Engenheiros.

Logo que possível será publicitado o programa detalhado da conferência

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 10 maio, 2006) : 

Preparem-se todos para a eventualidade de ficar tudo na mesma...!
Isto não pode ficar assim....
Então pessoal, vamos la arrebitar
e pensar no dia 18.
Não vamos deitar a perder esta oportunidade, vamos ter lá a comunicação social.
Tratem de eviar as assinaturas.

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 14 novembro, 2012) : 

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