quinta-feira, maio 04, 2006

inutilidade pública

excerto via:


"Se a perspectiva de estágio não-remunerado é o horizonte mais próximo, com toda a exploração esclavagista a que procedem os “patronos”, expliquem-me como poderá o candidato disponibilizar os ditos 300€ à corporativa instituição"

Comments on "inutilidade pública"

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 04 maio, 2006) : 

O melhor é ninguém pagar. Formar uma associação paralela à ordem e inscrever lá todos os novos licenciados...

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 04 maio, 2006) : 

Acabem já com esta OA, estou farta de tantas tretas.
Quando começam as inscrições nessa nova ordem?! Já devia ter ser ontem!

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 04 maio, 2006) : 

Quanto mais se divulgam as barbaridades da Ordem, quanto mais se lêem as deliberações do Conselho Directivo, quanto mais se escutam as conferências de imprensa da Helena Roseta, mais nojo se sente, mais ódio e mais revolta.

Há 5 anos que a Helena Roseta vem dizendo que "a situação é insustentável", "que o sistema é injusto","que há dúvidas quanto à legalidade do sistema" "que há desigualdade de tratamento", "que há vítimas" e, até hoje, nunca teve uma palavra para com essas mesmas vítimas; apenas a aplicação de taxas, a continuação da discriminação, da humilhação e da construção de barreiras!

Continua a defender uma solução onde cabem "todos ao molho"; quer os que estão impedidos de exercer há 5 anos, quer os que acabam os cursos agora!

Nem os direitos, nem o período de transição nem a apregoada avaliação curricular constam desse vocabulário.

Por isso, apetece gritar: maldita Roseta...maldita ordem!!

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 04 maio, 2006) : 

É impossivel qualificar o ódio que sinto por aquela mulher!

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 04 maio, 2006) : 

Apesar de não poder exercer actos próprios da profissão com o diploma do primeiro ciclo, esta pode ser, segundo a Ordem dos Arquitectos, uma mais valia para o aparecimento de novos técnicos que são necessários no mercado, e que actualmente quase não existem, tais como medidores orçamentistas, fiscalizadores e preparadores de obra, entre outros.

E esta hemm, que quererá a leninha acabar com os técnico- profissionais e passar estas formações para as universidades???? Admira-me não ter falado por exemplo nos desenhadores.
É uma pena que a leninha não tenha ido ao Reino Unido para ver como funciona por lá a arquitectura, ou que não conheça como funcionam as associações profissionais RIBA the Royal Institute of British Architects e os Architects Registration Board.A Architects Registration Board aceita uma formação em arquitectura em que uma significativa componente do curso é de engenharia e que o nível de actuação destes arquitectos depende da posse do 1º, do 2º ciclo e da experiência profissional.Nas mesmo com o 1º ciclo concluido são arquitectos, não podem é fazer tudo.
É realmenmte pena que os nossos dirigentes não façam mais viagens de trabalho e acima de tudo aprender um pouco com os que estão pelo menos uns 50 anitos á nossa frente.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Os xulos da OA, este País é uma xulice

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Pois é - a desigualdade começa logo aí...

 

Blogger jMAC said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

o que eu não percebo é por que raio é que é a OA a dizer quem serve ou não para fazer arquitectura.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 05 maio, 2006) : 

Pois,com a actual cambada que dirige a Ordem nunca se poderá perceber porque raio é que são os mais incompetentes a determinarem quem tem capacidade para fazer arquitectura; desde logo, porque a maioria deles são uns xulos, oportunistas que outra coisa não sabem fazer do que aproveitar-se do tacho e das cotas dos associados. A maioria nunca fez um projecto na vida, a começar pela presidente.

A verdade, é que estes senhores estão representar 13 mil arquitectos...como é possível tanta gente consentir isto??

 

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