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Enquadramento Situação by APELA
AutorizaçãoLegislativa OA 13.11.1997
Parecer RIA | Queixa Provedor Justiça/a> 30.04.2003
RecomendaÇãodo Provedor Justiça/a> 26.10.2005
Requerimento PCP 09.11.2005
Requerimento BE 28.12.2005
Parecer do CSOPT 13.02.2006
Resposta da OA ao Provedor de Justiça/a> 16.02.2006
[ Petição Sistema de Admissão da OA ] 08.03.2006
Resposta do M.C.T.E.S 14.03.2006
Requerimento CDS-PP 05.04.2006
Queixa ao MCTES | Mariano Gago 29.03.2006
Queixa DIAP | Geral 17.04.2006
Parecer do Ministério Publico 27.10.2005
Resposta da OA ao CDS-PP 21.04.2006
Resposta MCTES - APELA 17.05.2006
Resposta MCTES - Requerimento CDS-PP 22.05.2006
Novo Regulamento de Inscrição 01.08.2006
Sejam bem vindos. OA 02.07.2006
Acórdão do Supremo Tribunal Admin.- UFP 01.07.2006
Acórdão UFP Recurso OA 24.10.2006
Acórdãos Supremo Tribunal(jurisprudência)
Titulo | Ãndice | Introdução | Titulo I A)
Titulo I B) |Titulo II A) | Titulo II B) | Titulo III A)
Titulo III B) | Titulo IV A) | Titulo IV B)
Conclusões resumidas | Bibliografia
© 2007 arqportugal
Comments on "inutilidade pública"
O melhor é ninguém pagar. Formar uma associação paralela à ordem e inscrever lá todos os novos licenciados...
Acabem já com esta OA, estou farta de tantas tretas.
Quando começam as inscrições nessa nova ordem?! Já devia ter ser ontem!
Quanto mais se divulgam as barbaridades da Ordem, quanto mais se lêem as deliberações do Conselho Directivo, quanto mais se escutam as conferências de imprensa da Helena Roseta, mais nojo se sente, mais ódio e mais revolta.
Há 5 anos que a Helena Roseta vem dizendo que "a situação é insustentável", "que o sistema é injusto","que há dúvidas quanto à legalidade do sistema" "que há desigualdade de tratamento", "que há vítimas" e, até hoje, nunca teve uma palavra para com essas mesmas vítimas; apenas a aplicação de taxas, a continuação da discriminação, da humilhação e da construção de barreiras!
Continua a defender uma solução onde cabem "todos ao molho"; quer os que estão impedidos de exercer há 5 anos, quer os que acabam os cursos agora!
Nem os direitos, nem o período de transição nem a apregoada avaliação curricular constam desse vocabulário.
Por isso, apetece gritar: maldita Roseta...maldita ordem!!
É impossivel qualificar o ódio que sinto por aquela mulher!
Apesar de não poder exercer actos próprios da profissão com o diploma do primeiro ciclo, esta pode ser, segundo a Ordem dos Arquitectos, uma mais valia para o aparecimento de novos técnicos que são necessários no mercado, e que actualmente quase não existem, tais como medidores orçamentistas, fiscalizadores e preparadores de obra, entre outros.
E esta hemm, que quererá a leninha acabar com os técnico- profissionais e passar estas formações para as universidades???? Admira-me não ter falado por exemplo nos desenhadores.
É uma pena que a leninha não tenha ido ao Reino Unido para ver como funciona por lá a arquitectura, ou que não conheça como funcionam as associações profissionais RIBA the Royal Institute of British Architects e os Architects Registration Board.A Architects Registration Board aceita uma formação em arquitectura em que uma significativa componente do curso é de engenharia e que o nível de actuação destes arquitectos depende da posse do 1º, do 2º ciclo e da experiência profissional.Nas mesmo com o 1º ciclo concluido são arquitectos, não podem é fazer tudo.
É realmenmte pena que os nossos dirigentes não façam mais viagens de trabalho e acima de tudo aprender um pouco com os que estão pelo menos uns 50 anitos á nossa frente.
Os xulos da OA, este País é uma xulice
Pois é - a desigualdade começa logo aí...
o que eu não percebo é por que raio é que é a OA a dizer quem serve ou não para fazer arquitectura.
Pois,com a actual cambada que dirige a Ordem nunca se poderá perceber porque raio é que são os mais incompetentes a determinarem quem tem capacidade para fazer arquitectura; desde logo, porque a maioria deles são uns xulos, oportunistas que outra coisa não sabem fazer do que aproveitar-se do tacho e das cotas dos associados. A maioria nunca fez um projecto na vida, a começar pela presidente.
A verdade, é que estes senhores estão representar 13 mil arquitectos...como é possível tanta gente consentir isto??