sexta-feira, julho 07, 2006

PROPOSTA SISTEMA DE ADMISSÃO - APELA

"Junto envio em anexo a proposta de Sistema de Ingresso na Ordem dos Arquitectos que a APELA entregou a 29 de Junho ao Conselho Directivo Nacional e ao Conselho Nacional de Admissão da OA.

A actual proposta vem no seguimento natural dos documentos entregues à OA em 2004, embora com as devidas alterações resultantes do desaparecimento das acreditações e dos reconhecimentos, assim como também das reflexões entretanto realizadas pelos actuais órgãos da APELA.

O prazo para a entrega de contributos para a revisão do Regulamento de Admissão da OA termina hoje e a APELA espera que tenham sido realizadas muitas mais propostas, por parte não só dos estudantes e licenciados, como também dos professores, das escolas e dos arquitectos.


Com os melhores cumprimentos,

Pela Direcção Nacional da APELA,

Diogo Corredoura.


Associação Portuguesa de Estudantes e Licenciados em Arquitectura

Ninho de Empresas da ARQCOOP
Rua João Nascimento Costa, Lote 7
1900-269 Lisboa

Tel: 210 107 840
Fax: 210 107 841

apela_mail@yahoo.com
www.apela-pt.com"


PROPOSTA SISTEMA DE ADMISSÃO - APELA 26.06.2006


Comments on "PROPOSTA SISTEMA DE ADMISSÃO - APELA"

 

Anonymous Joaqim aguiar said ... (sexta-feira, 07 julho, 2006) : 

Caro Bipri:

O seu projecto é bastante omisso e baralhado sobre o que propõe acontecer a quem o júri considere que o seu estágio não tem a qualidade exigida. Nesse caso existe júri mas não pode actuar, logo faz o papel de palhaço.

Quanto aos créditos, aí sim não há dúvida, o regulamento é claro e conciso, e tudo depende de “concluir o somatório de créditos em falta”


Diz o seu projecto de RA

Pagª. 5 Principio IX - O início do exercício dos actos próprios da profissão deve ser de responsabilidade limitada e supervisionado, quer para protecção do recém-inscrito, quer da sociedade.

Agora digo eu:
O Sr. pretende proteger a sociedade dos "malfeitores" dos arquitectos estagiários, e quem nos protege de si, dos seus interesses, dos interesses daqueles Srs. Que estão na Ordem e estão apenas preocupados em continuar a ter emprego a ver planos e relatórios de estágios? Quem??????????

Se não fossem certos interesses pessoais certamente já há muito tempo que isto tudo tinha terminado, tendo-se evitado toda esta situação de mal estar entre a Ordem dos Arquitectos e a sociedade em geral.

 

Anonymous João Almeida said ... (sábado, 08 julho, 2006) : 

Fiquei um pouco desapontado ao verificar que para a contagem dos créditos (30 valores) se encontram uma pós-graduação e um mestrado. Será que está a falar seriamente ao propôr que os alunos para terem os 100 créditos terá lógica um mestrado valer 2 vezes mais que um projecto de licenciamento ou execução. É que um mestrado requer tempo, dinheiro e também alguma experiência. Com esta proposta não estaremos a cair em saco roto e apenas a retardar a entrada dos jovens profissionais ? É que até sou capaz de concordar com a ideia e com algum do conteúdo, mas incluir na fictícia tabela de créditos um mestrado que vale 20 valores e uma pós-graduação que vale outros 10 valores, faz com que um candidato à Ordem já tenho em currículo 10 anos de estudos e ainda terá que fazer 12 meses de estágio? acha que isto ajuda? já agora como é que contabiliza 134 créditos quando eu apenas contabilizo 94? estarei a fazer confusão? agradecia esclarecimentos acerca destas dúvidas.

Atentamente

 

Anonymous ARQ! said ... (sábado, 08 julho, 2006) : 

Esta proposta consegue ser pior que a proposta alternativa da OA.

 

Blogger BiPri said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Caro "Joaqim aguiar":

A proposta não é minha mas sim da APELA. Em relação à questão do Júri, a proposta é clara:

"5 - Da avaliação só deverá poder resultar uma das duas seguintes situações:
a) (...)
b) O Membro Estagiário não conseguiu realizar o somatório de créditos exigidos, não sendo assim considerado apto a exercer autonomamente os actos próprios da profissão, pelo que deverá continuar a exercer os mesmos de forma dependente e supervisionada a fim de suprimir as falhas detectadas (concluir o somatório de créditos em falta);

6 - Caso o Membro Estagiário não seja considerado apto a exercer autonomamente os actos próprios da profissão, o Júri deverá recomendar a realização de um Plano Complementar de Estágio:
a) O período de prolongamento do estágio deverá poder ser de um trimestre ou múltiplos deste, não devendo exceder os 12 meses;
b) O Júri deverá indicar quais os actos próprios da profissão e/ou as actividades formativas que deverão ser realizadas para a obtenção dos créditos em falta;
c) No final do período de prolongamento do estágio deverá ser efectuada nova avaliação."

Em relação à protecção da sociedade, parece óbvio que se a organização profissional não concede plenos poderes a um estagiário para o desempenho autónomo dos actos profissionais, será porque entende que o mesmo ainda não estará apto a assumir a inteira responsabilidade dos mesmos pelo facto de a sua formação profissional ainda não ser considerada completa.

Ora, se o estagiário cometer um erro projectual que coloque em risco o público, como é que ambos, estagiário e público, se defendem? O estagiário tem a OA para sua defesa, uma vez que o desempenho dos seus actos é supervisionado e, existindo algo de errado, em última análise a responsabilidade é da entidade que o supervisiona - OA (através do patrono). O público sabe que pode pedir responsabilidades à OA, em vez de colocar somente o estagiário em tribunal.

Garante-se assim a ambos alguma protecção. Parece-nos bem melhor do que deixar o estagiário "pagar as favas" todas. Não lhe parece?

Em relação às referências que faz aos meus "interesses", gostava que aprofundasse. Gosto de responder a questões concretas e não a "bocas" atiradas para o ar. Pode atirar as carapuças que entender que nenhuma me servirá. Mas, já agora, desenvolva.

E já agora, também, diga-me lá se enviou alguma proposta para a OA.


Caro "João Almeida":

Logo por baixo do título "Tabela de Créditos" diz-se "conteúdos meramente exemplificativos".

Não tarda estão a acusar a APELA de estar a tentar favorecer o "Atelier Arquitectura Lda.", a "Construtora, Lda", a "Autosecretária", a "Empresa XPTO", a "Câmara Municipal X", o "Instituto Y" e a "Universidade Z", uma vez que são as únicas que indicámos no EXEMPLO de Tabela de Créditos.

Esta proposta da APELA, assim como todas as outras que TODOS os visitantes e comentadores aqui do blog podiam ter entregue à OA até à 6ª feira passada, é uma PROPOSTA NA GENERALIDADE. O que significa que aponta caminhos, dá exemplos, apresenta sugestões e, obviamente, contém questões a melhorar.

Mas para os mais perfeccionistas, a APELA pede as mais sinceras desculpas por vos ter baralhado com os créditos meramente sugestivos e com o seu somatório meramente sugestivo e incorrecto.

Diogo Corredoura.

 

Anonymous João Almeida said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Obrigado pelo esclarecimento

 

Anonymous joaquim aguiar said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Caro Sr. Bipri:

Um arquitecto estagiário ou um arquitecto membro efectivo da OA não é responsável por situações que ponham em risco a segurança do utilizador do espaço arquitectónico.

O cálculo das estruturas para suportar as edificações é da responsabilidade da dos engenheiros, e as situações que possam pôr em perigo o utilizador estão regulamentadas, além de os projectos passarem pelo crivo das entidades licenciadoras, logo é descabida essa vossa postura de que o estagiário possa por em causa a segurança pública. Essa teoria de que o estagiário e o jovem arquitecto serão uma entidade tipo " persona non grata " já a ouvimos por parte de alguém do CNA, no dia 29 de Maio.

Quanto às suas propostas de prolongamento de tempo de exames e de formações, a quem é que isso serviria??????
Penso que o prolongamento do tempo de estágio apenas serviria para aqueles que têm como profissão a "apreciação de planos e relatórios de estágios" e a questão da formação só poderá ter interesse em ser prolongada ou posta em causa para aqueles que estiverem profissionalmente nesse negócio. Por acaso o Sr. terá interesses no negócio da Formação?

 

Anonymous O DISTRAIDO said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

.....AO JOAQUIM AGUIAR....

ESTÁS ENGANADO, O BIPRI NÃO É A APELA, NEM ARQCOOP É ELE, NEM ELE TEM INTERESSE COM AS ACÇÕES DE FORMAÇÃO E O PROLONGAMENTO DO TEMPO DE ESTÁGIO ACOMPANHADO DAS DITAS.....

SÃO PURAS COINCIDÊNCIAS!!!

TUDO O QUE DAI SE SUGERE APENAS PODE SER DE MENTES PREVERSAS E MALICIOSAS, NÉ BIPRI?

PS: NÃO TE ESQUEÇAS DA MINHA COMISSÃO....QUEM É AMIGO, QUEM É... ;-))

 

Blogger BiPri said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Caro "joaquim aguiar":

E se o estagiário for o responsável por enviar um orçamento mal calculado para um concurso? Ou se for responsável por dar um parecer errado numa câmara municipal? Ou se garantir a um dono de obra que determinado material que propõe satisfaz os requisitos técnicos necessários ou as pretensões do cliente?

Será que o trabalho de arquitecto é só desenhar? Se o projecto for aprovado na autarquia isso isenta o projectista de TODOS os erros, incluíndo os que estravasam o mero projecto de licenciamento (que, como deverá saber, raramente contém estruturas e especialidades ou um caderno de encargos)? Quem garante um bom e, mais importante, correcto acompanhamento de obra?

Eu, enquanto cliente, gostava de ter essa garantia. Se o estagiário fizer asneira no trabalho que está a realizar para mim, gostava de pedir responsabilidades ao patrono e à OA. Porque entendo que, se é dada ao estagiário a oportunidade de desempenhar os actos próprios da profissão de forma limitada e acompanhada (é isso que qualquer estágio é, neste ou em qualquer outro formato), tal acontece porque se considera que o mesmo não estará na posse comprovada dos conhecimentos mínimos para prestar um serviço de forma autónoma. Como tal, não garante per si o desempenho correcto dos actos que desempenha - quem o garante é o patrono (que é por ele responsável) e, em última análise, a OA (que é quem permite que o estagiário desempenhe os actos).

Já agora, qual é a alternativa que sugere caso o estagiário veja o estágio chumbado? Voltar ao início? Outros 12 meses?

Em relação ao prolongamento do estágio, o Júri só poderia dizer as áreas em que o estagiário estaria em déficit, cabendo a este indicar como pretende suprimir as faltas - prolongando os actos profissionais, com formação ou com ambos. No caso da formação, caberia ao estagiário decidir onde a efectuaria. O Júri faria a apreciação da aquisição dos conhecimentos através da análise dos certificados de formação (veja o exemplo do IMOPPI em relação aos mediadores imobiliários).

A OA nunca poderá, de modo algum, certificar entidades de formação. Não tem poderes para tal e nem é esse o seu papel. A única coisa que a OA poderá fazer é verificar os certificados, confirmando se determinada área de conhecimentos foi contemplada. Será que por determinadas entidades solicitarem certificados de habilitações estão a favorecer a universidade x ou y? A questão é a mesma em relação à formação profissional.

Também poderei dizer que o facto de as pessoas quererem ser membros efectivos da OA está apenas relacionado com a ideia de se candidatarem aos cargos directivos, para que os seus projectos sejam escolhidos em concurso ou para que os seus nomes possam ser indicados para Júris. Tem algum cabimento?!?

Estou ligado a uma instituição que, entre outras actividades, oferece formação. Nunca o escondi de ninguém e é público desde sempre. Será que obrigamos alguém a vir tirar um curso connosco? Ou está convencido que a OA vai enviar os estagiários para nós? Os protocolos de formação que a OA tem não são connosco. Se alguém ganha são as 3 entidades que aparecem no site da OA (confira na secção de Protocolos). Nunca tivémos interesse em ter protocolos de formação com a OA porque isso iria retirar-nos independência. E estamos fartos de perder com isso mas não nos importamos. Há valores que considero fundamentais e a seriedade e honestidade são dois deles.

Diogo Corredoura

PS - Aproveito para repetir a pergunta: enviou alguma proposta de sistema de ingresso para a OA?

 

Blogger BiPri said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Para "o distraido":

Parte da minha resposta também lhe serve.

Gostava mesmo era de saber qual é o problema das pessoas com a divulgação do nome nos comentários. Têm medo do quê? Que eu os coma? Que lhes faça uma espera? Ahhhh!... Já percebi. É que quando a OA me pagar os favores todos e eu for Presidente da mesma eles estão todos tramados. Vou fazer-lhes a vida negra!!!

Deve ser isso...

Diogo Corredoura

 

Anonymous KHORA said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Caro Bipri

Quando dizes "E já agora, também, diga-me lá se enviou alguma proposta para a OA.", é um argumento redutor na sua base, já que, de cada vez que a APElA se propõe a fazer algo, deveria estar aberta às críticas, sejam elas construtivas ou destrutivas, classificando deste modo quem as fez.
Por isso, é até um pouco infantil e "parlamentar" o argumento, de que se não fizemos nada devemos estar calados. Muita gente gostava que nos calássemos, mas a crítica traz consigo evolução no pensamento.

Quanto à remuneração ser comparticipada pelo estado, alto lá, porque não pago impostos para criar arquitectos, esses impostos já são pagos na formação dos mesmos.
Quem beneficia directamente com isto continuam a ser os gabinetes "tubarão" que além de já comerem tudo ainda lhes vamos pagar, que sentido faz isto.

Relativamente aos créditos de avaliação ponho o seguinte:

ACTOS PRÒPRIOS DA PROFISSÂO

1- Dentro dos licenciamentos as coisas podem variar profundamente, dou o exemplo, quem faz um projecto de licenciamento de uma moradia unifamiliar é classificado do mesmo modo que quem fez o licenciamento de um equipamento. Os próprios organismos que intervêm no processo são diferentes.
Se licenciarmos numa zona histórica temos o IPPAR noutras zonas não é preciso, logo, serão iguais ou não?

2- Um projecto de execução será igual em todos os casos? Claro que não é, ele varia consoante as demandas mais ou menos específicas dos projectos, um laboratório é certamente diferente de uma pequena habitação.

3- Créditos por saber fazer um levantamento arquitectónico, se não sabe fazer um nem deveria ser arquitecto e deveria ter vergonha por não saber fazer uma coisa que é básica.

4- "Ó Mãe, o que é um parecer técnico?", se me percebem.

ACTIVIDADES FORMATIVAS DE CARÀCTER AVALIATIVO

1- Como podemos pregar a ética e a deontologia, se a própria ordem permite que existam nas câmras municipais quem projecta e depois licencia? Que ética existe neste caso, a ordem em colaboração com a PJ deveria fiscalizar este ponto que tanta corrupção tráz às câmaras.

2- Modelação 3D porquê? Se conhecerem o trabalho de Bert Monroy e outros artistas CG percebem que 3D não é tudo, com programas de criação de imagem é possível criar também situações virtuais.
E qual a qualidade do 3D, com ou sem V-ray ou Mental ray, um simples 3D texturado demora um dia a fazer enquanto que com meios de produção mais reais demora o triplo ou mais do tempo.
E as ilustrações virtuais onde ficam, na gaveta?

3- Neste ponto dou o exemplo de um aluno que pediu um empréstimo ao banco para financiar o curso, acaba o curso logo acaba o dinheiro que o banco disponibiliza, como pagar as pós-graduações ou os mestrados. Ou então os mstrados vão aparecer tipo cogumelos como aparecem os cursos de arquitectura, depois a ordem credita ou não esses mestrados.
E os pais que se esforçam para pagar o curso, estarão eles disposto económicamente a financiar os filhos mais uns anitos.
Que interesse existe por detrás destas formações complementares, quem as dará, ou ainda não repararam que não existem mestrados suficientes para todos os jopvens arquitectos que saiem todos os anos das faculdades, ou vamos pelo argumento que existem muitos mestrados.
Eu sei que existem mestrados suficientes, mas na grande parte não servem é para nada, será que só o título dá qualidade?


ACTIVIDADES FORMATIVAS DE CARÀCTER NÃO AVALIATIVO

1- Workshops da ordem, caríssimos e inúteis, já que vemos sempre os mesmos intervenientes, tal como Siza, Souto Moura, Graça Dias, Alexandre Alves Costa, entre outros.
O Rem Koolhas criou um dos maiores marcos da arquitectura na paisagem prortuguesa, a Casa da Música, que workshops houve, não ouvi falar de nenhum. Ainda por cima o atelier que fazia a conexão com o gabinete de Koolhas é duma arquitecta que faz parte da ordem.

2- A grande parte das palestras sobre novos materias não passa de uma grande publicidade onde as marcas incutem que o deles é sempre melhor, ou já foram a algum workshop onde o produto apresentado é pior que outro no já existente mercado.

3- Quanto ao último ponto deste item - "Formação sobre perequação", é utópica e um pouco ridícula, as coisas deveriam ser para todos mas todos nós sabenos que assim não é, nem vai ser nas próximas gerações, torna-se assim inútil.

Concluindo acho que o lema "mais simples, mais objectivo e mais justo" não se aplica de todo na presente proposta e creio até que prejudica quem dele "beneficiar".
È notório que denota um conjunto já existentes de interesses que não beneficiam nem pretigiam a classe do Arquitecto.

Abraços

 

Anonymous António anónimo da silva desconhecido said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Não fiz nenhuma proposta mas critico esta, simplesmente porque tenho esse direito e porque posso.

A porposta da APELA ainda é mais confusa e deprimente que a da ORDEM, por este andar fica tudo na mesma ou talvez pior.

Gostava que me explicassem porque esta é melhor que a anterior?

 

Blogger BiPri said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Caro "Khora":

Quando pedia que o "Joaquim Aguiar" apresentasse a sua proposta, caso a tenha realizado, é tão somente porque gostaria de conhecer todas as propostas apresentadas. Infelizmente só conheço 3 propostas ou algo semelhante: a da OA, a do colega Pinto Coelho e a da APELA.

O que me chateia é que de quem não se conhece nenhum trabalho em prol da resolução desta situação só apareçam comentários a insinuar situações de suposto favorecimento e comentários que colocam em causa o meu nome.

Em relação às formações, repito: por baixo do título "Tabela de Créditos" vem escrito "(conteúdos meramente exemplificativos)". Para quem tem tão boa verve espanta-me a falta de atenção.

Caro "António anónimo da silva desconhecido":

Se acha a proposta da APELA confusa e deprimente, espere pela proposta final da OA. Pode ser que lá para Setembro reveja os seus conceitos de "confusa e deprimente".

Para todos os participantes do blog:

Estou-me a borrifar para a vossa vida pessoal e profissional e para a vossa maneira de ser, o que sempre me interessou foi apenas e só a discussão crítica realizada de forma adulta em torno do problema da admissão à OA. Só tenho pena é que algumas pessoas não saibam distinguir as coisas e que não se comportem como a idade que apresentam no BI.

Já agora, se abominam tanto a APELA, apareçam no congresso em Outubro e votem o fim da APELA, apresentem uma lista à Direcção Nacional ou façam aprovar as propostas que entenderem sobre a associação.

Diogo Corredoura.

 

Anonymous joaquim aguiar said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Quem é a APELA? Que interesses representa? Os estudantes? Os licenciados em Arquitectura? O Conselho Nacional de Admissão da Ordem dos Arquitectos? A Ordem dos Arquitectos em geral?

Quem não se lembra do percurso da Apela ao longo do tempo? Por exemplo a conduta do Diogo e do Franco na manifestação da Conferência de Imprensa da Ordem.

Quem não se lembra de Guimarães, onde teve lugar de destaque na mesa um convidado especial, um arquitecto que desancou nos estudantes e licenciados em arquitectura, e o Sr. Franco após a sua palestra deu de imediato por encerrados os trabalhos sem deixar que ninguém pedisse esclarecimentos a esse Sr., que continuou na mesa apósa retoma dos trabalhos. Que humilhação.

Durante este tempo todo, quem não se lembra de que a APELA nunca quis por qualquer processo em tribunal contra a Ordem?

Para além dos Srs. Diogo e Franco, quem é que a APELA representa?
Quantas pessoas estavam na última Assembleia Geral Eleitoral? Quantas pessoas estavam na última Assembleia Geral.

Sr. Diogo Corredoura, ninguém duvida dos seus méritos nem das suas capacidades. Todos lhe devemos coisas como o parecer do Massapina ou do Mariano Gago, que tanto têm contribuído para o avançar do processo. Estamos-lhe gratos por isso.

No entanto, não deixamos de criticar a sua actuação contraditória em toda esta situação, e pensamos que se a APELA tivesse tido uma actuação mais coerente o problema já estaria resolvido há muito tempo. Sabe muito bem que durante um largo período dizia que não podia fazer nada contra o exame “porque isso tinha sido votado assim em Assembleia Geral”.

Não tente dar sugestões para a Ordem continuar com um sistema de admissão ainda mais pérfido do que o actual. Não obrigue os Licenciados e os estudantes dizerem de forma pública que não são representados pela APELA.

 

Blogger BiPri said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

"Quem não se lembra do percurso da Apela ao longo do tempo? Por exemplo a conduta do Diogo e do Franco na manifestação da Conferência de Imprensa da Ordem."

Pode recordar-me, por favor? É que eu estive lá nessa conferência de imprensa e não me lembro sequer de ter lá visto o Rui Franco... Que, aliás, nessa altura já nem era membro dos órgãos da APELA.

"Quem não se lembra de Guimarães (...)"

No congresso de Guimarães nem sequer havia ainda APELA, pelo que ninguém representava ninguém. Só no último dia é que se votou a criação da APELA e foi eleita a 1ª Direcção, pelo que até aí cada um falou em seu nome particular. Eu respondo pelos meus actos e pelos da Direcção que presido, não respondo pelos actos dos outros.

"Durante este tempo todo, quem não se lembra de que a APELA nunca quis por qualquer processo em tribunal contra a Ordem?"

Nunca quis porque nunca pôde!!! Em 1º lugar porque a proposta que apresentei como "Linhas Gerais de Acção da APELA" para que tal acontecesse e para que se fosse até ao Provedor de Justiça Europeu foi chumbada no Congresso de Guimarães. Em 2º lugar porque só pode colocar a OA em tribunal quem solicitou a admissão e viu os seus direitos violados. Se me explicar como é que a APELA poderia solicitar a admissão à OA, ficarei grato e assumirei o meu erro de juízo.

"Quantas pessoas estavam na última Assembleia Geral Eleitoral? Quantas pessoas estavam na última Assembleia Geral."

Não me lembro de o ver lá...

"Sabe muito bem que durante um largo período dizia que não podia fazer nada contra o exame “porque isso tinha sido votado assim em Assembleia Geral”."

E como é que a Direcção pode ir contra uma deliberação da Assembleia Geral (e neste caso até foi do Congresso)? Só se for lá na colectividade do bairro! Tínhamos 2 caminhos: a demissão da Direcção (e deixava de haver APELA) ou tentar levar a água ao moínho por outros meios. Assim se fez e é por isso que tem os pareceres do CSOPT e do MCTES que refere.

Já agora, diga-me lá quantas pessoas conhece que tenham sido constituídas arguidas num processo em tribunal e sujeitas a termo de identidade e residência por se terem manifestado contra o sistema de admissão da OA. Eu só conheço uma e não é a APELA que está a pagar advogado e custos judiciais.

Diogo Corredoura.

PS - E o meu nome está no 1º processo que deu entrada em tribunal contra a OA, ainda em 2003. Não me venha falar de coerência.

 

Anonymous Anónimo said ... (segunda-feira, 10 julho, 2006) : 

Empresário: Bom dia Sr. Eng., há quanto tempo...
Ministro: Olha, olha, está tudo bem?
Empresário: Epá, mais ou menos, tenho o meu filho desempregado tu é queeras homem para me desenrascar o miúdo.
Ministro: E que habilitacões ele tem?
Empresário: Tem o 12º completo.
Ministro: O que é que ele sabe fazer?
Empresário: Nada, sabe ir para a Discoteca e deitar-se às tantas da manhã.
Ministro: Posso arranjar-lhe um lugar como Assessor, fica a ganhar cerca de 4000, agrada-te?
Empresário: Isso é muito dinheiro, com a cabeça que ele tem era uma desgraça. Não arranjas algo com um ordenado mais baixo?!
Ministro: Sim, um lugar de Secretario já se ganha 3000.
Empresário: Ainda é muito dinheiro, não tens nada voltados 600/700?
Ministro: Epá, isso não, para esse ordenado tem de ser Licenciado, falarInglês e dominar Informática.

 

Anonymous joaquim aguiar said ... (terça-feira, 11 julho, 2006) : 

Sr. Bipri:

Anda a comer queijo.

Na conferência de Imprensa da Ordem o Sr. Franco esteve lá, tal como o Sr, só que não se misturaram com os manifestantes, e enquanto os manifestantes estiveram na Rua os Sres. estiveram no interior da Ordem na conferência. A fazer que papel? A dar amens e a confirmar aquilo que a Ordem afirmava para os jornalistas?

Não vamos mexer mais nisto, pois quanto mais se mexe na porcaria mais mal cheira.

 

Blogger BiPri said ... (terça-feira, 11 julho, 2006) : 

Continuo a dizer que não me lembro de ver lá o Rui mas posso dizer o que eu estava a fazer lá dentro: a apontar tudo o que a Helena Roseta dizia para depois os licenciados poderem utilizar em tribunal. Gosto de saber as coisas directamente, sem estar a ouvir pelos outros. E quando acuso alguém, gosto de poder provar o que digo.

Diogo Corredoura

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 11 julho, 2006) : 

"a apontar tudo o que a Helena Roseta dizia para depois os licenciados poderem utilizar em tribunal"

Eu devo andar a comer queijo, pois tal como me lembro, dos manifestantes (com t-shirt ou sem ela) a ninguém foi permitido presenciar a conferência de imprensa, por outro lado também não me lembro da transmissão dos vossos apontamentos aos licenciados ou aos estudantes.

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 11 julho, 2006) : 

"1º Momento da Prova de Admissão do mês de Julho.
1º Momento da Prova de Admissão do mês de Julho.

No próximo dia 14 de Julho de 2006, pelas 12h00, no auditório da sede nacional da Ordem dos Arquitectos (OA), terá lugar a apresentação do enunciado do 1.º momento da Prova de Admissão, o qual será igualmente disponibilizado em www.ordemdosarquitectos.pt.

A Prova de Admissão destina-se a aferir da aptidão dos candidatos à admissão para os actos próprios (art.º 42.º do Estatuto), e o conhecimento do enquadramento legal e deontológico do exercício da actividade profissional.

A prova realizar-se-á de acordo com a calendarização aprovada pelo Conselho Directivo Nacional (CDN), em 10.05.2006, e nos termos definidos no anexo IV do Regulamento de Admissão, aprovado pelo CDN, em 17.11.2004.

Encontra-se afixada nas Secretarias das respectivas Secções Regionais da OA, a lista de candidatos inscritos para a realização da Prova de Admissão.

A prova será realizada pelos candidatos inscritos provenientes de cursos reconhecidos pela OA, ou equivalentes, que tendo realizado as acções de formação complementar, já concluíram o estágio da OA, com o respectivo relatório de estágio aprovado.

O conteúdo programático e formato da Prova de Admissão encontram-se definidos no Modelo de Prova de Admissão, aprovado pelo CDN em 13.12.2005, tendo os critérios de avaliação sido igualmente aprovados na mesma data.

A Prova de Admissão será realizada em 2 momentos distintos, a concretizar num espaço de 2 semanas.

O 1.º momento será composto por um exercício de projecto, incidindo sobre o tema da "habitação”, localizado em contexto urbano e em lote cuja topografia apresente um declive, terá formalização em portfolio; enquanto o 2.º momento será teórico-prático, escrito e desenhado, incidindo sobre o 1.º momento.

Após apresentação do enunciado no dia 14 de Julho, os candidatos realizam o 1.º momento onde entenderem, entregando a sua formalização em portfolio no dia 28 de Julho. Com a entrega do portfolio, realizam o 2.º momento da Prova, que terá a duração de 4 horas, no dia 31 de Julho.

A presença dos candidatos na apresentação do 1.º momento da prova é facultativa. A realização do 2.º momento da prova é presencial e terá lugar em local a designar pelos Conselhos Regionais de Admissão.

Para além da sessão de esclarecimento que terá lugar no dia 14 de Julho de 2006, após a apresentação do enunciado da prova é igualmente disponibilizado um endereço de email: prova.admissão@ordemdosarquitectos.pt, através do qual será possível aos candidatos inscritos na prova solicitar os esclarecimentos que considerarem convenientes relativamente ao enunciado da prova."

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 11 julho, 2006) : 

Se nunca tivesse havido inscritos a Ordem teria agido de outra forma.

Aqueles que se inscreveram deverão ir ao exame para serem coerentes consigo próprios.

É apenas mais um projecto “que poderão mandar fazer por alguém e depois ir defendê-lo" tal como sugeriu a Helena Roseta.

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 12 julho, 2006) : 

Cada um é livre de fazer o que entende mas a ilegalidade dos exames é algo que já ninguém tem dúvidas, é assunto ressabiado.
Submeter-se a um exame destes, quando é a própria ordem a querer extingui-lo, é algo de incompreensível para quem se quer afirmar como licenciado e ainda como arquitecto. É não ter capacidade crítica e, pior ainda, é manter a "boa" mentalidade à portuguesa de "desde que eu me safe, quero lá saber do que está bem ou do que está mal".

É por isso que nunca chegamos a lado nenhum.

Se todos recusássemos este "esquema" ilegal é certo que já tudo tinha acabado.

Ainda assim, aos resistentes e a todos quantos temos processos em tribunal, mantemos a certeza de que a legalidade e a justiça será reposta dentro em breve.

 

Anonymous Pinto Coelho said ... (quarta-feira, 12 julho, 2006) : 

O colega tem toda a razão e basta ver as crítcas que têm sido feitas ao Diogo para perceber que a coerência dos licenciados nem sempre existe. Sabe como é a mentalidade de "GIRINO".

Já Peter, sim aquele do "Princípio de Peter" dizia que os cursos universitários não tiram as orelhas a ninguém, apenas servem para as esconder.

Vamos manter-nos serenos pois a coisa não deve tardar a resolver-se.

Em três processos de alunos da UFP o tribunal já solicitou a quantificação dos prejuízos monetários provocados pela recusa de inscrição na OA.

A queixa-crime que tinha falado jé entrou no Ministério Público. Vamos ver o que acontece!

 

Anonymous KHORA said ... (quinta-feira, 13 julho, 2006) : 

É quase garantido, que sendo quem é o advogado da ordem (BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS), cada decisão desfavorável à ordem vai ser combatida através de manobras delatórias que atrasarão os processos, os recursos às diversas instâncias.

Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas, isto é, de recurso em recurso a ordem ganha tempo (perde o nosso dinheiro, mas ganha tempo).

E se no fim de tudo, se o(s) caso(s) se resolver(em) a favor dos jovens arquitectos, quem paga as indeminizações? Srá a ordem, isto é, pagamos todos nós com as nossas cotas. Acho que a indeminização deveria incidir sobre os incompetentes, irresponsáveis do CND e não sobre a entidade propriamente dita.

E se for verificado pela ordem que vão perder em toda a frente, optarão eles (ordem) por fazer acordos pela porta do cavalo, sendo que quem é indeminizado fica caladinho e mais gordo económicamente à nossa custa?

Esses valores não podem ser escondidos porque todos os arquitectos têm o direito de consultar as contas e verificar onde é que foi gasto o nosso dinheiro. O parasitismo pode não ser crime no sentido técnico da palavra, mas é sem dúvida um crime moral que atenta contra a própria deontologia. Como enfrentar os colegas sabendo que ganhou dinheiro á custa deles?

Quem cometeu um crime não fomos nós, mas sim quem supostamente defende os nossos interesses.

 

Anonymous Miguéis said ... (quinta-feira, 13 julho, 2006) : 

Khora

Os recursos são procedimentos previstos em direito. Tanto podem ser usados pela Ordem como por nós.

Quanto ao pagamento das indemnizações, é óbvio que sairá dos cofres da Ordem, ou seja, de todos os arquitectos.

Mas é essemcial lembrar que quem colocou lá a actual direcção e permite que esta cometa todas as arbitrariedades e ilegalidades também são os próprios arquitectos. Tudo o que a Ordem faz, fá-lo em nome de todos os arquitectos que representa, como é óbvio.
E se tudo isto acontece, acontece pela passividade e permissão dos associados. Estes, ao não comparecerem nas Assembleias-Gerais, ao não questionarem a Direcção e ao não manifestarem qualquer interesse pela Associação que os representa, estão a dar todas as prorrogativas para que quem dirige, dirija como muito bem quiser. Que moral terão depois para pedir justificações ou seja o que fôr?

É claro que a gestão danosa e as ilegalidades (confirmadas e reafirmadas publicamente)levadas a cabo pela Ordem, irão ser certamente imputads a quem, com perfeito conhecimento, as praticou. E aqui, são outras continhas...

Certo, certo, é que as coisas demoram mas chegam lá!

 

Anonymous KHORA said ... (sexta-feira, 14 julho, 2006) : 

Caro miguéis

Embora eu não tenha sequer escolhido esta lista, infelismente tem razão. Esta lista foi eleita democráticamente para nos representar, porém assim eu não sinto.

Se a incompetência pagasse imposto, o Teixeira dos Santos ficava contentíssimo com os representantes da ordem. Só em imposto de selo, seria uma fortuna.

Abraços

 

Anonymous Xelb said ... (sábado, 15 julho, 2006) : 

Chegou-me a notícia que a direcção da Ordem se tinha demitido em bloco.
Alguém pode confirmar?

 

Anonymous Anónimo said ... (sábado, 15 julho, 2006) : 

Tentei entrar no site da Ordem e não consegui. Entro nos sites da secção norte e sul mas não no da Ordem. Será que é mesmo verdade?

 

Anonymous Anónimo said ... (segunda-feira, 17 julho, 2006) : 

Anda aqui muita desinformação, mesmo agora entrei sem qualquer dificuldade nos sites da Ordem. Além disso, se se demitissem, mais que não fosse para " lavar a Honra ", arranjariam um rol de justificações e desculpas, para se tentarem justificar, que seriam certamente comunicadas em conferência de imprensa, e nesta altura já toda a gente saberia.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 16 fevereiro, 2007) : 

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Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 02 maio, 2013) : 

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