terça-feira, agosto 09, 2005

APELA RECEBE RESPOSTA ENVIADA PELO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A Associação Portuguesa de Estudantes e recém-Licenciados em Arquitectura (APELA) recebe resposta enviada pelo Presidente da Assembleia da República, à exposição feita em relação ao sistema de admissão à Ordem dos Arquitectos.



O assunto foi remetido à Comissão de assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República.



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Comments on "APELA RECEBE RESPOSTA ENVIADA PELO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA"

 

Anonymous Fernando Nogueira - Lic. Arqª. - Discriminado said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

É mais um grão de areia na MÁQUINA DA DISCRIMINAÇÃO da Ordem. “ Água mole em pedra dura… ”.

Pelo menos a ordem terá de dar explicações à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República.

Já agora Diogo, concretamente qual foi o teor da vossa exposição?

Foi o facto dos Licenciados duns cursos ESTAREM A SER DISCRIMINADOS em relação a outros?

Foi porque estão CONTRA TODO E QUALQUER EXAME de admissão à Ordem?

Foi por causa da autorização administrativa não conferir à OA as competências incluídas nos estatutos para efectuar quaisquer exames de admissão?

Desculpa as perguntas mas gostava de ser esclarecido.

 

Anonymous Fernando Nogueira - Lic. Arqª. - Discriminado said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Emenda:

Atrás, linha 6, quando escrevi “ autorização administrativa “, pretendia escrever “ autorização legislativa “.

Desculpem lá o lapso, mas é deformação profissional.

 

Blogger BiPri said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

O teor da carta que foi enviada era quase igual ao do comunicado que a APELA emitiu após a conferência de imprensa da OA. Apenas teve ligeiras adaptações de português, de modo a passar de comunicado à imprensa para carta a organismos oficiais da República Portuguesa.

Já agora, os organismos, entidades, órgãos, personalidades, etc, foram:
Presidente da República;
Presidente da Assembleia da República;
Primeiro Ministro;
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações;
Conselho Superior das Obras públicas e Transportes;
Provedor de Justiça;
Grupos Parlamentares (todos);
Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias;
Comissão Parlamentar para a Educação, Ciência e Cultura;
Assessor do Presidente da República para os Assuntos Jurídicos e Constitucionais;
Assessor do Presidente da República para os Assuntos de Educação.

Todos tomaram conhecimento de que todos receberam uma carta igual.

A Arqª (e na altura Deputada)Helena Roseta disse que o Presidente da Assembleia da República em 2003 achou que não valia a pena perder tempo com um assunto desta natureza. Pois agora o Dr. Jaime Gama recebeu uma carta de um puto desvairado que levanta umas questões malucas e envia a missiva directamente para a Comissão Parlamentar mais importante da Assembleia da República! Aquela a que chamam a "first commission"!!! Foi a Arqª Helena Roseta que não se explicou bem em 2003 ou é o Dr. Jaime Gama que tá a ficar choné e anda a dar atenção a putos desvairados que dizem coisas estapafúrdias que têm a ver com "inconstitucionalidades" e "ilegalidades"???

Diogo Corredoura

 

Anonymous Fernando Nogueira - Lic. Arqª. - Discriminado said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Diogo:


Dizes apenas que “…o teor era quase igual ao comunicado que a APELA emitiu após a conferência de imprensa da OA…”. Isto não responde ao que te foi questionado.

Se tiveres paciência lê o meu “ post “ outra vez e informa-me de acordo com as perguntas.

Obrigado.

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Ao caro colega Fernando Nogueira:
O Diogo não terá que explicar tudo de novo. Convêm que os colegas leiam os documentos de uma vez por todas.
O que está em causa não é um exame ou um estágio, é todo o processo de admissão à Ordem, RIA ou RA.
A lei de Autorização Legislativa é taxativa. A Ordem não tem poderes para fazer o que tem feito e ponto final. Além da maneira como a Ordem tem aprovado os RIAs e os RAs! O que está em causa é tudo o que eles têm feito. Vai tudo por água abaixo.
Por favor leiam os documentos. Está lá tudo o que eles não têm feito.
Aqui não está em causa a discriminação entre universidades, mas o direito que temos em nos inscrevermos na Ordem vai para 4 anos (no meu caso e 3 em outros).
FBR

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Num país em que se fala tanto da iniciativa privada no emprego e da falta deste, andamos a mendigar que nos deixem trabalhar condignamente e em conformidade com os direitos que temos.
Existem pessoas no desemprego neste momento quando podiam estar a trabalhar na área que escolheram e para a qual se prepararam.
Isto é um país da treta - o problema é esse.
FBR

 

Anonymous CSI: said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Diogo

"Helena Roseta disse que o Presidente da Assembleia da República em 2003 achou que não valia a pena perder tempo com um assunto desta natureza ... Foi a Arqª Helena Roseta que não se explicou bem em 2003 "


Bem começo por dar-te os parabens por todo o trabalho desemvolvido, no entanto continuo sem perceber como é possivel a APELA que foi criada com o intuito de salvaguadar os interesses dos licenciados no que concerne à questão da admissão levar á letra as palavras da Arqª Helena Roseta, e só agora terem arriscado o envio de várias queixas.

Diogo estive a ler a vossa proposta para admissão, e fiquei com a sensação que se vão criar mais job for the boys na OA.

A questão do estágio na minha opinião tambem tem de acabar, não é suposto que quando alguem acaba um curso que o maoir sonho seguinte é conseguir um emprego ou estágio se for caso disso?

A maioria dos cursos já tem estágio, e este deverá sempre passar pelas universidades e NUNCA pela Ordem dos arquitectos.

Não é necessario obrigar ninguem a trabalhar!!!!!!!! apenas serve para pagar 300 euros a uma ordem que simplesmente tem sede de dinheiro e poder.

É urgente e necessário colocar as Ordens Profissionais no seu devido lugar.

Cumprimentos

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 09 agosto, 2005) : 

Também li a proposta da Apela. Podia ter menos páginas e ser mais objectiva, além do que, se toda a gente está contra exames, porque é que a Apela há-de sugerir exames.

“ Embora discordando quase por completo com o Regulamento de Admissão, a APELA terá de o aceitar como um dado adquirido por força da vontade do organismo profissional.” Palavras da Apela no seu plano de actividades, já antes aqui referidas.

Se a própria autorização legislativa não concede competências aos estatutos da OA para esta efectuar exames, de qualquer tipo, PORQUE É QUE A APELA HÁ-DE SER MAIS PAPISTA QUE O PAPA E SUGERIR A CONTINUAÇÃO DE EXAMES.
( Será a pensar que serão para os outros como até aqui? )

Diogo, ou dás a cara por ti ou pela Apela, assim é dificil entendermos a tua posição, que parece não coincidir com a da Apela.

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Gostei Particularmente da parte de Assuntos Constitucionais.

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Continuam a misturar as coisas!
O que está em causa não é o exame ou o estágio, é a validade do sistema de admissão.
A Ordem não tinha legitimidade para criar um regime de acesso e pô-lo em prática.
O que está em causa é que o RIA reentrou em vigor, à pressa, 9 dias antes de alguns, ainda alunos na altura, terem acabado os cursos.
É por aí que temos de ir. Temos o direito de nos inscrevermos na Ordem directamente. Quando se falam em inconstitucionalidades falamos no que a Ordem deveria ter feito, até um regime de transição, para que os direitos dos quase licenciados fossem garantidos. Acrescido do facto de que tudo o que fizeram foi sem base legalmente apoiada, como por exemplo, a ratificação na Assembleia da Republica dos estatutos da Ordem, para não falar nos outros atropelos, que são muitos.
O estágio não faz mal a ninguém existir e até podem promover um exame para todos (ao qual eu não concordo), mas têm de o fazer mediante certas garantias legais que não estão contempladas na actuação da Ordem.
Não é o que pretendem fazer que está incorrecto. Claro que teria de ser discutido em sede própria, mas colocado da maneira certa, é legitimo.
Eu concordo com os estágios profissionais. Pode-se dizer que quando se começa a trabalhar tem de se começar por algum lado, mas acho que é benéfico ter um estágio. Há sempre malucos que arriscam sozinhos e depois é a barraca que se vê, com os consequentes maus vícios irreparáveis que se ganham. Isso sim, é não acautelar a qualidade na profissão. Há que fazer escola na faculdade e também na vida profissional. A faculdade dá-nos uma boa base de conhecimento, mas não nos prepara para a vida activa. Se forem conscienciosos, escolhem um bom patrono para aprenderem mais. Isso vai-se reflectir para toda a vossa vida profissional. Não é fácil arranjar patrono! Isso são contas de outro rosário...
Agora, o exame, não!
FBR

 

Blogger BiPri said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Bom, vamos lá a ver se esclareço algumas coisas de uma vez por todas.

Eu só respondo pelos actos da Direcção da APELA a contar do dia em que tomei posse como seu Presidente - e esse dia foi 12 DE FEVEREIRO DE 2005. Em relação às opções tomadas para trás, peçam satisfações a quem estava na Direcção na altura.

A proposta da novo sistema de admissão que a APELA propôs à OA foi entregue a 4 DE FEVEREIRO DE 2004. Como disse noutro post, deve ser lida tendo em consideração o contexto da altura. E conforme também disse noutros posts, LEIAM OS DOCUMENTOS TODOS, DO PRINCÍPIO AO FIM. Já agora, a proposta foi elaborada conforme as linhas gerais aprovadas em congresso.

Sim, a APELA defendeu (e defende) a existência de estágio. Mas também defende que o mesmo não deve ser pago pelo estagiário e que este tem de ser remunerado pelo seu trabalho. Está lá, na proposta. Se as faculdades têm estágio ACADÉMICO ou não, isso é um problema de cada escola. Para a APELA a OA só tem uma forma de poder avaliar a aptidão profissional de cada indivíduo: a verificação dessa aptidão pela confrontação com a prática profissional. Ou seja, estágio PROFISSIONAL. Já agora, para os mais distraídos: o estágio das faculdades apenas serve para financiar 5 anos de curso com 6 anos de propinas. E era um factor de ponderação para a acreditação de cursos junto da OA. Ainda não tinham dado por isso?...

Gostava de saber onde é que leram na proposta da APELA que esta defende um exame!!! AINDA ANDAM POR AÍ UNS "DISTRAÍDOS" QUE FALAM SEM SABEREM DO QUE FALAM!!! O candidato apenas seria avaliado pelo seu desempenho no estágio, suportado pelas acções de formação complementares (em deontologia e direito, por exemplo) e pelos relatórios. No fim disto poderia ser solicitada uma entrevista para retirar dúvidas directamente como o estagiário. LEIAM OS DOCUMENTOS ATÉ AO FIM!!! Já agora, leiam 2 ou 3 vezes, para ter a certeza de que perceberam o que lá está escrito.

E também gostava de saber como é que a proposta de APELA iria criar "mais jobs for the boys"??? Oh CSI, explica lá isso para eu poder refutar convenientemente.

Vamos continuar nesta perda de tempo ou poderemos começar a discutir coisas mais importantes?

Diogo Corredoura


PS - Fernando Nogueira, envia-me o teu e-mail e enviarei para ti uma cópia da carta que seguiu para aquelas entidades todas. Oxalá utilizasses o teu interesse intensivo na APELA para apareceres nas assembleias gerais ou para me telefonares e colocares directamente todas as dúvidas em vez de gastar as energias a metralhar-me com questões impertinentes que em nada contribuem para o bom desenvolvimento do trabalho que está a ser realizado.

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

"Também li a proposta da Apela. Podia ter menos páginas e ser mais objectiva, além do que, se toda a gente está contra exames, porque é que a Apela há-de sugerir exames. (...) Porque é que a APELA há-de ser mais papista que o Papa e sugerir a continuação de exames."

Pois, nota-se que leste mesmo a proposta da APELA...

Oh Diogo, ainda te dás ao trabalho de explicar as coisas a estes anormais?

 

Anonymous CSI: said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Diogo

A sensação que se vão criar mais job for the boys na OA, era para dizer que se vai manter tudo na mesma relativamente aos estágios e que os jobs de uns da OA vão continuar, e os jobs dos licenciados e arquitectos continuaram a ser precários.

Os estágios tipo "perseguição" da OA não funcionam e nunca funcionaram.

É urgente e necessário colocar as Ordens Profissionais no seu devido lugar.

Cumprimentos

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Aquela malta da OA não sei como se vão desembrulhar de tanta confusão, continuam a manter a inconstitucionalidade e a dicriminação, é presiso ser-se "noob" para achar que se poderiam andar a discriminar as pessoas.

Isto é ridiculo

 

Blogger arqportugal.blogspot.com said ... (quarta-feira, 10 agosto, 2005) : 

Enquanto a OA não legislar no sentido que pretende, de forma a ter legitimidade junto das universidades e licenciados, enquanto todos os licenciados não forem tratados com igualdade todos os licenciados devem lutar pela justiça e igualdade .

Porque é que arquitectos provenientes de cursos que têm estágio no currículo escolar o têm que repetir para a Ordem?

Porquê um estágio pela OA?

O estágio da ordem = ordenados miseraveis concorrencia desleal banalização do arquitecto,

Existem diversas preocupações relativamente ao impacto dos estágios no meio profissional.

As principais preocupações que se ouvem, tanto nos órgãos e meios editoriais da O.A. como nas “conversas de café”, andam à volta das seguintes questões:

. sub remuneração ou não remuneração dos estagiários;

. perda de lugares de trabalho por membros efectivos a trabalhar por conta de outrem por troca com estagiários mal ou não pagos;

. incapacidade de concorrência entre os que, por razões morais, se recusam a pagar mal ou a não pagar aos estagiários e os que o fazem – traduz-se numa menor capacidade de concorrência financeira e menor capacidade de trabalho;

. incapacidade de verificar se os estágios conseguem fornecer uma experiência abrangente (relação com clientes, projectistas de especialidades, gestão de escritório, preparação de documentos de empreitada e de execução, acompanhamento de obra, etc.) pela análise do relatório;

. rumores de estágios que são pagos pelo estagiário ao patrono ou de o estágio estar a constituir forma de angariação de trabalho (o estágio em troca de um projecto levado para o escritório).

Contamos com o teu apoio nesta luta

cumprimentos

 

Blogger BiPri said ... (quinta-feira, 11 agosto, 2005) : 

Jovens, eu não confundo a luta pela declaração de inconstitucionalidade do actual Regulamento de Admissão com a tentativa de criar um sistema de acesso mais simples, claro e justo.

Em relação ao primeiro aspecto, penso que estamos todos de acordo. É por isso que não discuto opções em relação ao actual regulamento. Ele deve ser declarado inconstitucional, ponto final parágrafo.

Mas em relação ao segundo aspecto, é óbvio que há divergências. Uns pensam que deve haver estágio profissional, outros não. Uns pensam que deve haver exame para todos, outros não. Uns pensam que se devia entrar directamente (como até 2002), outros não.

A APELA está (e sempre esteve) interessada em acompanhar a elaboração de um novo sistema de acesso à OA. Por isso é que elaborou a proposta que foi entregue em Fevereiro de 2004. Eu tenho a minha opinião pessoal, mas defendo as propostas que emanam das assembleias gerais e dos congressos da APELA. Para quem estiver interessado em desenvolver esta discussão, por mera curiosidade intelectual ou porque está mesmo interessado em contribuir para um novo sistema (para evitar que quem vem a seguir tenha de passar por algo semelhante ao que nós temosvindo a passar), cá estarei para contribuir.

Mas que não se confunda o primeiro aspecto com o segundo.

Diogo Corredoura

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 11 agosto, 2005) : 

Ora aí está...!
FBR

 

Blogger BiPri said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

FBR, és quem eu penso?

Obrigado! Não quero dizer que és o único que parece compreender as minhas acções e as da APELA, mas é um facto que tens sido o único a demonstrá-lo aqui no blog. Pelo menos, o único minimamente identificado.

Um GRANDE abraço para ti e para os teus!!!

Provavelmente iremos estar juntos em Setembro. Todos! Porque há 2 coisas que irão acontecer brevemente, mas uma depende da outra.

Paciência, meus amigos, é uma virtude.

Diogo Corredoura

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

Muitas coisas irão acontecer em setembro.

 

Anonymous CSI: said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

Nota-se que a proposta que foi apresentada à ordem pela Apela, demonstra uma clara adaptação do modelo já instituído mas de uma forma mais justa e clara.

Partindo do princípio que existem formações que não são dadas na faculdade, a parte das formações é bastante positiva, uma vez que o estagiário tem a hipótese de optar pelas áreas que tem mais interesse até atingir um determinado nº de créditos.

Mas será que a AO tem uma formula secreta de formações, e que estas não possam ser dadas na universidade?

Deontologia pode ser dado na famosa cadeira de Direito da Arquitectura, que por sinal até ao momento havia uns quantos cursos que não tinham essa cadeira mas que agora já têm.

Eu estive nas acções de formação da AO, apesar de ter apreciado algumas situações pontuais, fiquei estupefacto do ao ver-me envolvido numa formação de 1 dia onde se falava de código civil até ao D.L. nº 555/99, ora como pode esta acção de formação contribuir para a minha formação de eu tive um semestre de Direito de Arquitectura na UNIVERSIDADE .

Regra geral as formações da OA não merecem a acreditação da maioria dos licenciados.

Relativamente à possibilidade do estagiário poder elaborar projectos de menor responsabilidade civil em exercício autónomo semelhante aos Ag. e Eng técnicos, mesma concordo plenamente, tendo em conta a situação actual de concorrência desleal que a AO não consegue resolver no momento, ainda existe outra situação que é a a questão dos alvarás de construção que o eng. Estag. pode subscrever e o arq estag. não pode.

Cumprimentos

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

Olá a todos os colegas

Tenho seguido atentamente o blog. Grato a quem o criou e gere.

Diogo,
Corroboro integralmente a tua postura e maneira lúcida de informar os mais desatentos.
Era de esperar que a esta altura do campeonato já toda a gente conhecesse todas as ilegalidades, inconstitucionalidades e discriminações que estão em causa. É que os documentos estão todos aqui, caramba!

Já sofri na pele dois exames fraudulentos, humilhantes e ilegais, um estágio igualmente ilegal e quatro anos de impedimento de exercício da profissão. Louvo os que desde o início se recusaram a entrar neste jogo e se mantiveram coerentes - sabe-se lá a que custo- e penitencio-me por não tê-lo feito logo também.
Mas para mim basta!
Não irei submeter-me a mais nenhum exame!!
Reservo todas as minhas energias para participar em todas as acções de contestação quer em colectivo quer em iniciativas individuais, nomeadamente, junto dos tribunais.

Os actuais Estatutos bem como o que deles emergem -RIAS, RAS, é sobejamente conhecido que são ilegais, nulos. E não venha a Ordem com a história da Directiva ou do Diploma de transposição da dita. É areia para os olhos dos desinformados!

Nós, as vítimas, estamos do lado da Lei; a Ordem teima em funcionar à margem, portanto, FORÇA COM A LUTA!


Migueis

 

Anonymous paulo said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

TODOS sabemos que o RA e Ria são inconstitucionais. A própria Ordem sabe disso. E a prova-lo estão as inúmeras tentativas de os alterar (mais se esperam como vem escrito no último RA). Também todos sabem que quando se termina um curso superior não estamos automaticamente prontos para o mercado de trabalho, é aqui que eu concordo com a existência de 1 estágio, mas que seja 1 estágio profissional ( ou profissionalizante). E já que a Ordem pretende certificar-se se as pessoas cumprem o estágio, pois então que fiscalizem, que façam visitas periódicas ou de surpresa, (os 300 euros de entrada devem chegar para isso) e não queiram fazer mais 1 exame académico que NÃO É para isso que a Ordem existe, nem lhe foram delegados poderes para tal!

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 12 agosto, 2005) : 

Migueis Bem-Vindo, contamos contigo para esta luta

 

Anonymous Anónimo said ... (sábado, 13 agosto, 2005) : 

"pois então que fiscalizem, que façam visitas periódicas ou de surpresa, (os 300 euros de entrada devem chegar para isso)"

Colega eu não preciso de nenhum fdp a fiscalizar o meu trabalho, já me estou a passar com esta merda pah.

 

Anonymous ARQUITECTO DESCONTENTE said ... (domingo, 14 agosto, 2005) : 

A ordem é uma desordem. Não tem poderes para fazer o que faz ou o que tenta fazer.

A ordem tem de começar de novo. a partir da estaca zero.

Será que a generalidade dos arquitectos estão de acordo com o funcionamento da ordem?

A ordem prece mais uma fundação para a arquitectura do que um organismo de classe.

SERÁ QUE A GENERALIDADE DOS QRQUITECTOS ESTÃO DE ACORDO EM PAGAR QUOTAS PARA ISTO?

SERÁ QUE UMA ORDEM DE ARQUITECTOS PODE SER GERIDA POR PESSOAS QUE NÃO EXERCEM ARQUITECTURA? A COMEÇAR PELA PRESIDENTE.

 

Anonymous Anónimo said ... (domingo, 14 agosto, 2005) : 

Fundação ahahaha, é isso mesmo que parece.
Ora ai está, se a senhora não exerce como poderá ela saber o que os arquitectos têm necessidade?

A ordem até ao momento só serviu para dar alimento a uns quantos que não se conseguem realizar no mundo da arquitectura, e aproveitam a fundação para assumirem a sua pessoa.
CV

 

Anonymous José Silva - arqº said ... (segunda-feira, 15 agosto, 2005) : 

Qual é a contrapartida do arquitecto pelo facto de estar inscrito na O. A.? Ter um nº de inscrição, subscrever projectos de arquitectura, e que mais? QUE SE SAIBA, NADA!

Como aqui tem estado a ser dito, as actividades da O. A. têm-se desenvolvido em prol da promoção de alguns arquitectos, sempre os mesmos, assim como de um sem numero da actividades, sem qualquer objectividade, que permitem manter ocupados e tachados mais de uma centena de boys.


Basta comparar o site da O. A. de Portugal, com os sites das O. A. Comunitárias, ou mesmo com os sites das outras Ordens portuguesas para ver a diferença.

É PARA ISTO QUE PAGAMOS AS COTAS?

COMEÇA A SER TEMPO DE EXIGIRMOS UMA MUDANÇA.

 

Anonymous o_arq said ... (segunda-feira, 15 agosto, 2005) : 

A prsidente da OA não exerce arquitectura, por isso tá-se a burrifar para os problemas da classe, abre a boca e só diz disparates!!!!

lembram-se desta?

"O pavilhão de Portugal talvez vá ser a sede da Ordem dos arquitectos"

ahahahahahahahahahahahahahahahah!!!!!!!!haahahahahahahah!!!!!

incrivel, é pena que o pessoal esqueça este tipo de politiquice barata e irresponsável.

 

Anonymous o_arq said ... (segunda-feira, 15 agosto, 2005) : 

... já me esquecia, que o 73/73 era já a seguir, é que é já a seguir!!

ainda vou morrer e já volto srª Roseta

boa sorte na vossa luta

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 16 agosto, 2005) : 

Sim, Diogo, sou quem pensas que sou.
Um abraço.
FBR

 

Anonymous Anónimo said ... (terça-feira, 16 agosto, 2005) : 

Sim diogo, volta tás perdoado,

Vem aos meus braços meu filho,

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 17 agosto, 2005) : 

No comentário anterior não deveria dizer "Unknown said", mas "Ignorante said" ou "Anormal said".
Mas, de certo será alguém da Ordem, e já se sabe o que esperar...

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 17 agosto, 2005) : 

VALEM PARA TODOS?

Sra. Presidente da Ordem dos Arquitectos:

Após ter lido com toda a atenção o seu artigo de opinião de 03/08 no Público, não resisto a escrevinhar estas linhas que não têm outro objectivo senão relembrar-lhe que a clareza e a frontalidade, os valores e a ética que tão bem defende,deverão “VALER para TODOS”.

Assim, ninguém consegue perceber o que a leva a Sra. Presidente, que no Congresso da APELA em 2003, afirmou entre outras coisas de que «apenas se pode pôr o cronómetro a zero em 2007 por causa dos direitos adquiridos dos cursos que foram acreditados, e que não podem ser postos em causa senão vamos todos parar a tribunal, e só nessa altura ficarão todos os licenciados em igualdade de circunstâncias, pois a actual situação é perversa»; que «não compete à ordem estar a fazer provas académicas, saber se os cursos ensinaram esta ou aquela matéria, isso não é o nosso problema»; e ao mesmo tempo desdizer-se em relação aos actuais licenciados, afirmando «que em qualquer mudança têm de haver sempre vítimas»; que «quem não estiver de acordo faça o favor de recorrer aos tribunais»; e realizando exames académicos por duas vezes e estando a preparar um terceiro.
Recapitulando os factos:
12 de Fevereiro de 2000- Aprovação do RIA pelo CDN
18 de Julho de 2000 – Suspensão do RIA por «contrariar a vertente estatutária que obriga a privilegiar a vertente profissionalizante nas acções e objectivos da OA.» No entanto, mesmo com o RIA suspenso, continuou-se a reconhecer e a acreditar cursos à luz deste mesmo RIA.
6 de Junho de 2002 – O RIA entra novamente em vigor sem ser reformulado, numa Assembleia Geral da OA, feita às “escondidas” e à pressa, no Porto, onde se sabia de antemão não existirem vozes contra, com o claro objectivo de impedir desde logo os finalistas de 2002 entrarem directamente na OA (já agora Sra. Presidente, qual a relação entre Assembleias Gerais realizadas em Lisboa versus Porto?). Por incrível que pareça os associados na Secção Regional Sul da OA receberam um convite para estarem presentes nesse mesmo dia, à mesma hora, na inauguração de um qualquer espaço em Lisboa numa clara tentativa de desmobilização dos arquitectos do Sul para estarem presentes (não é que fossem muitos à Assembleia Geral, mas à mulher de César não basta ser séria, é necessário que também o pareça).
Em 2002 é realizada a primeira prova de admissão com os resultados que se sabem. Esta prova no entanto teve uma particularidade que talvez a Sra. Presidente não tenha conhecimento: eu assisti pessoalmente ao primeiro dia das provas de recurso para os candidatos que conseguiram entre 40% a 50%. Foi um dia inteiro de provas, de certeza extremamente cansativo para o júri. De qualquer modo o júri devia possuir uma capacidade de memorização completamente fora do comum, pois NEM UMA ANOTAÇÃO SOBRE O EXAME DE NENHUM DOS CANDIDATOS FOI FEITA DURANTE TODO O DIA. Quer isto dizer que foram dadas as notas finais com base na memória do júri. Ou então que estava tudo previamente arranjado e que aquele exame não passou de uma fraude… escolha a sua opção Sra. Presidente.
Ah!, em relação às notas, apenas ficou aprovado um candidato alemão do programa Erasmus e todos os outros mantiveram a nota com que foram lá parar(segundo sei, um deles foi a exame de recurso com 49,50% e saiu de lá com os mesmíssimos 49,50%).
Sra. Presidente, para terminar vou apenas abordar um outro ponto que me parece que é o cerne de toda esta questão: Os exames são completamente ilegais (note que não estou a falar sequer de serem moral ou eticamente correctos mas de legalidade), por uma razão muito simples:
Nas Leis de Autorização Legislativa que autorizaram o governo a criar outras Ordens (a Ordem dos Biólogos, por exemplo, e cito esta porque é a lei 120/97 e vem na mesma página do DR onde está a que autoriza o governo a criar a Ordem dos Arquitectos que é a Lei 121/97), é dito expressamente no seu artigo 2.º, alínea a):
"Fixar os requisitos para a inscrição na ordem e para a utilização do título de biólogo e, bem assim, as condições para o exercício da respectiva profissão e o conjunto de deveres e direitos daí resultantes”.
É esta fixação de requisitos e de condições que dá a margem de manobra suficiente à Ordem dos Biólogos para, se acharem conveniente, instaurarem os seus exames de acesso ou qualquer outro regulamento de acesso. Na Autorização Legislativa para a Ordem dos Engenheiros (Lei 4/92 de 4 de Abril) verifica-se que a alínea d) do artigo 2.º tem precisamente a mesma redacção que a Lei que criou a Ordem dos Biólogos. A nossa é diferente... e é nessa diferença está a nossa razão...
Na Lei de Autorização Legislativa que originou os actuais Estatutos da Ordem dos Arquitectos não é dada ao governo qualquer autorização para fixar os requisitos de acesso, o que foi feito portanto ilegalmente. Basta este ponto para que os RIA's, RA's, exames e outras originalidades valham tanto como nada.
Em conclusão, e porque como diz no seu artigo, sempre gostou de clareza e frontalidade:
Pode a OA, sair vitoriosa desta “embrulhada” mesmo atropelando leis, regulamentos e, acima de tudo pessoas?
Reconheço que infelizmente pode. E pode porque as instituições protegem-se umas às outras, e porque a justiça neste país continua, parece-me, a olhar com muita reverência para quem detém o poder e a olhar a nomes.
Mas há uma outra questão que não deixa adivinhar nada de bom:
Estou plenamente convencido de que existe da parte da Sra. Presidente a consciência de que tudo o que foi dito atrás é verdade, que a razão não está do seu lado e que mesmo assim se mantém numa posição de irredutibilidade completa. Porque a única coisa que neste momento a Sra. Presidente pretende é arrastar a situação até 2007, para poder dizer que a partir daí existe igualdade para todos. Mesmo para aqueles que nessa altura já estarão à espera há cinco anos. Será que é mesmo assim que a Sra. Presidente quer ser lembrada daqui a dez ou vinte anos?
Termino parafraseando parte do seu último parágrafo:
É pena. O apego ao poder diminui os que dele padecem.
Para se ajudarem lobbies na guerra das acreditações, para se influenciar os alunos a ingressar nesta ou naquela instituição de ensino, não pode valer tudo. Só assim dignificaremos a Arquitectura.
Será que é mesmo assim que a Sra. Presidente quer ser lembrada daqui a dez anos?



P.S. – Desculpe-me se não assino estas pobres linhas com o meu nome verdadeiro, mas como a Sra. Presidente por certo compreende, tudo me leva a estar convencido que a liberdade de expressão pode ter consequências muito graves.


Com os meus melhores cumprimentos,

 

Anonymous Anónimo said ... (quarta-feira, 17 agosto, 2005) : 

“… PARA SE INFLUENCIAR OS ALUNOS A INGRESSAR NESTA OU NAQUELA INSTITUIÇÃO DE ENSINO…”

Esta frase do “post” anterior sintetiza as razões pelas quais uns licenciados estão a ser discriminados em relação a outros.


Quando se questiona a quantidade de arquitectos, como aqui tem sido referido, neste momento apenas um grupo universitário, com 3 faculdades produz cerca de metade dos licenciados, no universo de 27 faculdades.

A O. A. tem sido conivente com esta realidade.

Nunca ninguém pensou que a Helena Roseta fosse capaz de pactuar com estas situações de corporativismo com contornos algo semelhantes a actuações mafiosas.

SERÁ QUE É MESMO ASSIM QUE A SRA. PRESIDENTE QUER SER LEMBRADA DAQUI A DEZ ANOS?

 

Blogger BiPri said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

Caros, preciso de um favor vosso.

Metralhem o Provedor de Justiça com telefonemas, cartas e faxes a exigir que o processo seja terminado. Assim tipo bombardeamento mesmo!

Infelizmente existem umas coisas que dependem das outras e preciso deste "empurrão" de um lado para poder "puxar" do outro.

Peço desculpa pelas meias palavras, mas mais tarde perceberão porquê.

EM SETEMBRO HAVERÁ NOVIDADES A VALE!!!

Um abraço a todos e boas férias (para quem as tiver).

Diogo Corredoura

 

Anonymous Xelb said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

Neste momento acho que o Dr.João Portugal ainda está de férias. Enviei-lhe por fax o seguinte texto no seu último dia de trabalho (30 de Julho).
Concordo contigo inteiramente e parece-me que esta é a altura certa para pressionar com toda a força.
Malta, todos a enviar faxes e a telefonar.
O n.º de fax directo para o Dr. João Portugal é o seguinte: 21 392 66 47.


Exmo. Senhor Dr.:
Tendo sido um dos subscritores da queixa contra a Ordem dos Arquitectos feita em 2003 à Provedoria de Justiça e tendo estado presente na reunião concedida em 27 de Junho do presente ano pelo Senhor, não posso deixar de manifestar a minha estranheza pelo facto de até hoje ainda não ter havido nenhum parecer por parte de V. Exa. em relação a este assunto.
Estranheza ainda maior quando V. Exa. na acima indicada reunião de 27 de Junho disse (sem ser questionado por ninguém a definir um prazo) em frente a todos nós, que este seria um caso que teria de estar obrigatoriamente resolvido até entrar de férias e que estas seriam durante o mês de Agosto.
Estando certo que V. Exa. não olvidou esta sua promessa e que de certeza deixou instruções no sentido do parecer ser tornado público durante os próximos dias, deixo aqui os meus sinceros cumprimentos e votos de umas boas e retemperadoras férias.

Sinceramente

 

Anonymous pedro lopes-arqº desiludido com a Ordem said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

JÁ REPARARAM QUE O SITE DA ORDEM DEIXOU DE TER RECORTE DE IMPRENSA.

PORQUE SERÁ?

Será que não agradavam as notícias quase diárias sobre A DISCRIMINAÇÃO DA ORDEM EM RELAÇÃO AOS LICENCIADOS EM ARQUITECTURA.

A propósito de discriminações, O TOMÁS TAVEIRA GANHOU UM PRÉMIO PELO ESTÁDIO DE AVEIRO, vejam a ênfase dada no jornal da O. A. a este prémio.

A redacção, sobre o TT, é esta “ o mesmo galardão foi ainda entregue ao arquitecto Tomás Taveira, pelo Estádio Municipal de Aveiro. “ Será que este “ foi ainda “ quer dizer que “ como tinham lá uns prémios e não sabiam o que lhes fazer resolveram dar um ao TT “. Depois disto o mínimo que a O. A. deveria fazer era apresentar desculpas públicas a Tomás Taveira.

António Aleixo dizia que: “ uma rica teve um menino e uma pobre pariu um moço “. Neste caso aplica-se na perfeição, pois o outro arquitecto referido “ recebeu agora mais duas distinções “.

Depois deste prémio a O. A. deveria distinguir o T.T. como tem distinguido os outros subscritores de projectos de estádios do euro. Não é assim?

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

Alguém sabe quando é que o Dr. João Portugal volta de férias? É que a Provedoria deveria manter a sua palavra.

 

Anonymous CSI: said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

Pah essa gente tá sempre de férias, alias já estão de férias faz em outubro 2 anos, que maravilha!!!

Eu tambem quero ser provedor !!

O sr provedor nascimento rodrigues vai receber uma reforma de 4529.97 euros mais um terço do ordenado. *

*FONTE REVISTA VISÃO

Entretento os licenciados em arquitectura vivem momentos de miséria e discriminação durante 4 anos, SEM PODER EXERCER A PROFISSÃO DE ARQUITECTO.

SIM SENHOR!!!

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

ALGUÉM SE QUEIXOU QUE O SITE DA ORDEM DEIXOU DE TER RECORTE DE IMPRENSA.

ÑÃO HÁ PROBLEMA AKI TA :

http://www.mynetpress.com/news/2003,05,0001/ordemarquitectos/net/default.asp?data=7

 

Anonymous Anónimo said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

eRA SÓ PARA DIZER QUE ESTA SEMANA TEMOS ARTIGO SOBRE A SENHORA DITADORA

"ELEIÇÕES PARA A Ordem dos Arquitectos

O anúncio da eventual recandidatura de Helena Roseta à Presidência da Ordem está a gerar uma enorme perplexidade. É o que revelam as conversas nos ateliers, nos organismos públicos, e nos empregos. Ninguém consegue perceber o que leva uma pessoa como Helena Roseta, a quem a arquitectura portuguesa nada deve, a vir desdizer-se depois de ter dito publicamente: "Basta de ser inoperante".

Recapitulemos os factos: são as creditações, os acessos à Ordem; o 73/73, a inoperância, e a falta de penetração na sociedade, o favoritismo em relação a meia dúzia de acólitos e para além disto o escrever sobre tudo menos arquitectura. É nesse cenário de previsível vazio que o arqt° Manuel decide tornar pública a sua disponibilidade. "

AHAHA NÃO DIGO O MEU NOME TOMA TOMA

 

Anonymous pedro lopes-arqº desiludido com a Ordem said ... (quinta-feira, 18 agosto, 2005) : 

Fui ao mynetpress.com, ver os recortes de imprensa sobre a Ordem. Vi lá o artigo referido no post anterior com o título "ELEIÇÕES PARA A Ordem dos Arquitectos", publicado no correio da manhã/magazine. Uma coisa curiosa é que na notícia constante no "MINETEpress" não menciona o autor. TEMOS CENSURA.

Antes quando se abria o site da ordem encontravam-se os recortes de imprensa sobre a ordem, agora não se encontram, foram substituídos por este Minete que só quem conhecia as cuecas é que sabia onde se encontrava. Compreende-se porquê! CENSURA!!!!!!!!!!!! SÓ FALTA O LÁPIS AZUL.

Já agora. Leiam o último jornal da ordem e vejam quantas pessoas ( da ordem e não só ) se deslocaram á Turquia para acompanhar o Nuno Portas a receber o Prémio.

NUNCA TAL SE OUVIU FALAR. LEMBRA QUANDO O MOBUTU SE DESLOCAVA A PORTUGAL E VINHA ACOMPANHADO DE DOIS AVIÕES COMERCIAS FRETADOS PARA TRANSPORTAR A SUA COMITIVA.

É UM FARTAR VILANAGEM. ASSIM SE PERCEBE COMO É QUE UM ORÇAMENTO DE 5 000 000€ ANUAIS NÃO É SUFICIENTE PARA FAZER FACE ÁS DESPESAS.

Compreende-se que se distinga e se incentive os arquitectos que se destacam pela qualidade do seu trabalho. O que não se compreende é que o orçamento da O.A. seja delapidado com atitudes pouco transparentes e características de dirigentes e ditadores terceiromundistas. ( a auditoria às contas da Ordem, entre outras menções, fez referência à falta de transparência encontrada em algumas rubricas, e sugeriu que fossem refeitas, ver jornais da ordem )

TORNA-SE URGENTE SUBSTITUIR ESTA ORDEM POR OUTRA FORMADA POR PESSOAS COM ACTIVIDADE NA ARQUITECTURA.

VAMOS A ISSO.

CONTEM COMIGO TAMBÉM.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 19 agosto, 2005) : 

ELEIÇÕES PARA A Ordem dos Arquitectos

O anúncio da eventual recandidatura de Helena Roseta à Presidência da Ordem está a gerar uma enorme perplexidade. É o que revelam as conversas nos ateliers, nos organismos públicos, e nos empregos. Ninguém consegue perceber o que leva uma pessoa como Helena Roseta, a quem a arquitectura portuguesa nada deve, a vir desdizer-se depois de ter dito publicamente: "Basta de ser inoperante".

Recapitulemos os factos: são as creditações, os acessos à Ordem; o 73/73, a inoperância, e a falta de penetração na sociedade, o favoritismo em relação a meia dúzia de acólitos e para além disto o escrever sobre tudo menos arquitectura. É nesse cenário de previsível vazio que o arqt° Manuel decide tornar pública a sua disponibilidade.

O arqt° Manuel tem um currículo cívico e democrático invulgar, uma larguíssima experiência arquitectónico-política e uma reconhecida capacidade intelectual e eleitoral. Esteve em todas as batalhas da arquitectura alinhada e não! Contribuiu decisivamente para todas as vitórias da arquitectura portuguesa e da cultura arquitectónica em geral.

No último congresso, a sua imagem pairou; e as novas ideias nas últimas décadas..., da Arquitectura, novas pessoas e uma nova abertura à sociedade impuseram-se.. O normal seria, pois, ver a sua disponibilidade ser recebida de braços abertos pela Ordem dos Arquitectos, e no entanto está a acontecer o contrário dado que a arqtª Roseta deixou cair o seu apoio e amizade. Sem uma palavra de explicação.

Para quem, como eu, esteve com a arquitectura há mais de 40 anos, e não com a Ordem (o que me valeu,até já, um processo disciplinar, aliás sem consequências), o que se passou é incompreensível. O que fez virar Roseta tão de repente? Estaria já tudo a ser tratado, enquanto publicamente ela diz o contrário?

Custa a crer, mas é o que parece. Os argumentos que poderiam levá-la a uma decisão tão extrema - um vazio de candidaturas, com risco para a arquitectura "free style", e para um novo regime cultural, não se verificam. Há gente com outra cabeça disposta a avançar. Ter-lhe-ão dito que ela só conseguiria manter-se viva se se eternizasse no lugar ? Não está provado!

Ela própria tem páginas de jornais e revistas para se afirmar como política, o seu grande objectivo não como arquitecta, algo que de resto não lhe interessa... Quanto aos apoios, para além da "Ordem são bem conhecidos. As sondagens dentro dos Ateliers e junto dos jovens arquitectos (?) não lhe têm sido favoráveis. Quanto aos arquitectos em geral, não se vê nenhum entusiasmo à volta do seu nome, pelo contrário. Não conheço nenhum arquitecto com expressão profissional, que se reveja em tal senhora ...

Eu sempre gostei de clareza e frontalidade na acção cultural. Por isso, há várias questões a que não posso deixar de responder. Primeiro, pode um candidato não praticante sair vitorioso depois de atropelar a cultura arquitectónica dominante? Infelizmente, pode. Já aconteceu com Quintanilha e Brandão e pelos vistos o padrão está a repetir-se. Segundo, pode um candidato apresentar-se às urnas sempre que lhe apetece? Nada o impede.

A nossa Ordem só exige que se seja arquitecto inscrito, e não impõe as limitações que seriam óbvias como o curriculum: por exemplo não há idade máxima! Mas será sensato fazê-lo? A resposta, para mim, é negativa. Roseta já foi Presidente duas vezes. Não querer deixar espaço a outros, sobretudo a alguém que se lhe tem oposto não abona a seu favor.

Sair a tempo, abrindo caminho a quem vem a seguir, é uma qualidade. Foi o que fez Cunhal, com um desprendimento e uma coerência que foram justamente reconhecidos no dia do seu funeral. Roseta parece não ser capaz de fazer o mesmo. É pena. O apego ao poder diminui os que dele padecem.

Mas há uma outra questão que a eventual candidatura de Roseta não pode deixar de suscitar. Não é bom para a cultura que em 30 anos não se gerem novas alternativas. A nossa Ordem não limita os mandatos presidenciais seguidos, cautela. Porque esta situação deve levar-nos a prevenir durações excessivas no poder.

A essência do regime cultural arquitectónico nisso se distingue da "monarquia", e a democracia cultural reside exactamente nessa faculdade de renovação dos detentores de cargos através de eleições democráticas. A manutenção de Roseta, depois de feito o deserto à sua volta, não é saudável para o regime (republicano e laico) em que se tem fundado toda a acção cultural da arquitectura livre!

Roseta tem que desistir, retirar-se o mais rapidamente possível do diálogo.. E uma obrigação de cultura. Respeito o silêncio de Roseta mas sempre que se fala de arquitectura ela está sozinha, ou melhor apenas rodeada dos que da Ordem se aproveitam...

Os Rodeias! Há muita gente que não se conforma com uma possível,nova possível vitória de 11% e com a falta de imaginação de uma sua recandidatura, ou pior ainda, da de Brandão ou Quintanilha.. Há muita gente, de todas as gerações, que gostaria de intervir nos debates e organização da Ordem e não se revê no manobrismo de meia dúzia de guardas vermelhos. Isto está a ficar culturalmente demasiado afunilado.

Para ganhar a Ordem, não pode valer tudo. Só assim dignificaremos a Arquitectura. Só assim devolveremos aos arquitectos uma esperança já que infelizmente todos os dias tem novas razões para estiolar.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 19 agosto, 2005) : 

"último jornal da ordem e vejam quantas pessoas ( da ordem e não só ) se deslocaram á Turquia para acompanhar o Nuno Portas a receber o Prémio"

Por acaso fiquei também eu espantado pela quantidade de senhores arquitectos da OA, a estarem presentes.


Quero acreditar que não será com o dinheiro dos membros da OA que essas viagens são feitas no entanto vou ficar atento relativamente a essas situações, basta de tachos, andamos nós a trabalhar para alguns se destacarem á pala da OA, isto não pode ser de forma alguma.

Parabens ao arq. Nuno Portas

Quem é o arqt° Manuel ?

 

Anonymous Um desiludido said ... (sexta-feira, 19 agosto, 2005) : 

Duvido muito que não tenha sido com o dinheiro da ordem que estes senhores foram todos passear.

Assim como duvido que esta direcção faça alguma coisa de jeito lá dentro que não seja viajar e contratar amnigos.

O próprio processo de admissão está todo atrapalhado e parece que ninguém sabe o que faz.

Grande bosta! Vou deixar de pagar. Estes tipos estão longe de me representar.

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 19 agosto, 2005) : 

BRAVO!!! BIS!!! BIS!!!

Um grande abraço a quem escreveu aquele texto! Para quem tem seguido a Leninha e leu o seu texto no Público, tá aqui tudo!!!

Como é que diz o Bipri? COERÊNCIA!!!

Já agora, ouvi dizer que a OA estava a preparar o novo exame já para Setembro. Mas não há informação nenhuma nos sites da OA, SRS e SRN e não me parece que algo aconteça antes de Outubro/Novembro. Alguém me sabe dar uma informação fidedigna?

Ou será que a OA também está à espera que a Provedoria de Justiça deite cá para fora o resultado do parecer? ;)

 

Anonymous Anónimo said ... (sexta-feira, 19 agosto, 2005) : 

Parabéns!
Não se esqueçam que também temos o tribunal europeu.

 

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